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Bem vinda(o) à página de Ton MarMel, Artista Visual, que desde criança manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, recebeu inúmeros prêmios, participou de dezenas de salões de artes, exposições INDIVIDUAIS no Brasil e exterior, é Advogado, doutor em Direito Público há mais de 15 anos, que tem a missão de oferecer obras de artes, serviços artísticos experientes e conhecimentos de excelência com criatividade, segurança e eficiência, inclusive para ASESSESSORIA ARTÍSTICA, CONSULTORIA ON LINE.  (º--º)  Meu trabalho é conhecido e reconhecido por várias pessoas físicas e jurídicas pois presto serviços e ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS E EM GRUPOS, inclusive como PALESTRANTE sobre arte social, direito, projetos sociais de relevância, desenvolvimento pessoal, motivação, empoderamento, liberdade emocional.



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sábado, outubro 17, 2015

SE SOUBESSE O QUE SEI AGORA!

'Aprende que o tempo não é algo que possa voltar. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores".

Seja você o agente da mudança de você mesmo. Trabalho de /Ton Marmel.

Conta-se que o dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:
- Sr. Bilac, estou precisando vender ° meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Poderá redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu: "Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda".

Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem penso mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.

Moral da história: às vezes não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos atrás da miragem de falsos tesouros.


Eis a palavra-chave: autoconhecimento. À medida que nos conhecemos, verdadeira e profundamente, tornamo-nos mais e mais indulgentes, pacientes e compreensivos para com o próximo, exatamente aquele que julgávamos (erroneamente) responsável pela nossa infelicidade. Aprendemos também a nos responsabilizar por nossas franquezas e deficiências, com naturalidade, sem culpas, assim podendo abandonar nossas "máscaras sociais", que somente servem para nos afastar de nosso verdadeiro "eu" e gastar a energia que deveria estar sendo utilizada para nossa própria felicidade, paz, história de vida e evolução.