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Bem-vinda(o) à MarMel visualARTS do premiado artista Ton MarMel que desde infante manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, participou de dezenas de salões, exposições no Brasil e exterior, é Doutor em Direito Público que tem a missão de oferecer conhecimento, obras e serviços de excelência com criatividade, segurança e eficiência. 


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CARTA ABERTA A EXCELENTÍSSIMA SENHORA PRESIDENTA DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBRE A SITUAÇÃO DA ARTE E DO ARTISTA BRASILEIROS - http://marmel-ton-marmel.blogspot.com/2011/09/carta-aberta-excelentissima-senhora.html
- "NÓS,BRINQUEDOS" - Conjunto de mais de 600 TELAS executadas em técnicas diversas, distribuído em 4 Volumes, acompanhado de TEXTO-TESE indicativo que pode ser lido integralmente neste link de postagem anterior http://marmel-ton-marmel.blogspot.com/2011/05/nos-brinquedos.html#links - "NÓS, BRINQUEDOS: porque desde a infância somos nossos próprios brinquedos, realizações, sonhos, projetos, inventos, alegrias e decepções." (MarMel) - "Ninguém te sacudiu pelos ombros quando ainda era tempo. Agora, a argila de que

sábado, outubro 17, 2015

SE SOUBESSE O QUE SEI AGORA!

'Aprende que o tempo não é algo que possa voltar. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores".

Seja você o agente da mudança de você mesmo. Trabalho de /Ton Marmel.

Conta-se que o dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:
- Sr. Bilac, estou precisando vender ° meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Poderá redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu: "Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda".

Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem penso mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.

Moral da história: às vezes não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos atrás da miragem de falsos tesouros.


Eis a palavra-chave: autoconhecimento. À medida que nos conhecemos, verdadeira e profundamente, tornamo-nos mais e mais indulgentes, pacientes e compreensivos para com o próximo, exatamente aquele que julgávamos (erroneamente) responsável pela nossa infelicidade. Aprendemos também a nos responsabilizar por nossas franquezas e deficiências, com naturalidade, sem culpas, assim podendo abandonar nossas "máscaras sociais", que somente servem para nos afastar de nosso verdadeiro "eu" e gastar a energia que deveria estar sendo utilizada para nossa própria felicidade, paz, história de vida e evolução.