TRADUTOR / TRANSLATER

TRADUTOR / TRANSLATER / TRADUCTEUR / TRADUCTOR / TRADUTTORE
English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

Quem sou eu

Minha foto

Bem vinda(o) à página de Ton MarMel, Artista Visual, que desde criança manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, recebeu inúmeros prêmios, participou de dezenas de salões de artes, exposições INDIVIDUAIS no Brasil e exterior, é Advogado, doutor em Direito Público há mais de 15 anos, que tem a missão de oferecer obras de artes, serviços artísticos experientes e conhecimentos de excelência com criatividade, segurança e eficiência, inclusive para ASESSESSORIA ARTÍSTICA, CONSULTORIA ON LINE.  (º--º)  Meu trabalho é conhecido e reconhecido por várias pessoas físicas e jurídicas pois presto serviços e ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS E EM GRUPOS, inclusive como PALESTRANTE sobre arte social, direito, projetos sociais de relevância, desenvolvimento pessoal, motivação, empoderamento, liberdade emocional.



TOTAL DE VISITANTES

TOTAL DE VISITANTES

SEGUIDORES DE MARMEL

PESQUISAR NESTE SITE?

RECEBER NOTÍCIAS DE PUBLICAÇÕES? DIGITE E-MAIL

sábado, outubro 17, 2015

SE SOUBESSE O QUE SEI AGORA!

'Aprende que o tempo não é algo que possa voltar. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores".

Seja você o agente da mudança de você mesmo. Trabalho de /Ton Marmel.

Conta-se que o dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:
- Sr. Bilac, estou precisando vender ° meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Poderá redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu: "Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda".

Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem penso mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.

Moral da história: às vezes não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos atrás da miragem de falsos tesouros.


Eis a palavra-chave: autoconhecimento. À medida que nos conhecemos, verdadeira e profundamente, tornamo-nos mais e mais indulgentes, pacientes e compreensivos para com o próximo, exatamente aquele que julgávamos (erroneamente) responsável pela nossa infelicidade. Aprendemos também a nos responsabilizar por nossas franquezas e deficiências, com naturalidade, sem culpas, assim podendo abandonar nossas "máscaras sociais", que somente servem para nos afastar de nosso verdadeiro "eu" e gastar a energia que deveria estar sendo utilizada para nossa própria felicidade, paz, história de vida e evolução.