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Bem vinda(o) à página de Ton MarMel, Artista Visual, que desde criança manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, recebeu inúmeros prêmios, participou de dezenas de salões de artes, exposições INDIVIDUAIS no Brasil e exterior, é Advogado, doutor em Direito Público há mais de 15 anos, que tem a missão de oferecer obras de artes, serviços artísticos experientes e conhecimentos de excelência com criatividade, segurança e eficiência, inclusive para ASESSESSORIA ARTÍSTICA, CONSULTORIA ON LINE.  (º--º)  Meu trabalho é conhecido e reconhecido por várias pessoas físicas e jurídicas pois presto serviços e ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS E EM GRUPOS, inclusive como PALESTRANTE sobre arte social, direito, projetos sociais de relevância, desenvolvimento pessoal, motivação, empoderamento, liberdade emocional.



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quarta-feira, dezembro 30, 2015

REALIZAÇÕES

2016 REALIZAÇÕES - Será que você irá se comportar no ano bissexto de 2016 do mesmo modo que nos anos anteriores? Que tal assumir sua vida e suas responsabilidades e ser feliz? Para isso basta querer e fazer. Não tenha medo de errar, quem não erra não faz nada, e não fazer nada nesta vida é um dos maiores pecados que podemos cometer. Então, não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje.


ADIAMENTO: "Tudo vale a pena se a alma não for pequena.” (Fernando Pessoa).

DEPOIS DE AMANHÃ, sim, só depois de amanhã...
Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã,
E assim será possível; mas hoje não...
Não, hoje nada; hoje não posso.
A persistência confusa da minha subjetividade objetiva,
O sono da minha vida real, intercalado,
O cansaço antecipado e infinito,
Um cansaço de mundos para apanhar um elétrico...
Esta espécie de alma.
Só depois de amanhã.
Hoje quero preparar-me,
Quero preparar-me para pensar amanhã no dia seguinte...
Ele é que é decisivo.
Tenho já o plano traçado; mas não, hoje não traço planos...
Amanhã é o dia dos planos.
Amanhã sentar-me-ei à secretária para conquistar o mundo;
Mas só conquistarei o mundo depois de amanhã...
Tenho vontade de chorar,
Tenho vontade de chorar muito de repente, de dentro...
Não, não queiram saber mais de nada, é segredo, não digo.
Só depois de amanhã...
Quando era criança o circo de domingo divertia-me toda a semana.
Hoje só me diverte o circo de domingo de toda a semana da minha infância...
Depois de amanhã serei outro,
A minha vida triunfar-se-á,
Todas as minhas qualidades reais de inteligente, lido e prático
Serão convocadas por um edita!...
Mas por um edital de amanhã ...
Hoje quero dormir, redigirei amanhã ...
Por hoje, qual é o espetáculo que me repetiria à infância?
Mesmo para eu comprar os bilhetes amanhã,
Que depois de amanhã é que está bem o espetáculo ...
Antes não ...
Depois de amanhã terei a pose pública que amanhã estudarei.
Depois de amanhã serei finalmente o que hoje não posso nunca ser.
Só depois de amanhã...
Tenho sono como o frio de um cão vadio.
Tenho muito sono.
Amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã...
Sim, talvez só depois de amanhã...



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segunda-feira, dezembro 28, 2015

BRINQUEDOS

Como você está vivendo? Sua vida é apenas composta por um dia atrás do outro? ou de pequenos milagres diários?


Sabe quem decide isso? Você... logo ao levantar-se da cama, mediante suas atitudes. O que diferencia as pessoas, no mundo de hoje, é a atitude de ser feliz. Você, por acaso, já observou que ninguém gosta de ficar perto de alguém reclamão, mal-humorado? Que, mesmo que as coisas ao seu redor se afigurem péssimas, quando você encontra alguém feliz, até os problemas parecem que nem são tão grandes assim? Isso acontece porque a felicidade não está em somente viver; mas em "saber" viver. Não vive mais aquele que tem uma longa existência, mas o que melhor vive, porque a vida não se mede simplesmente pelo tempo, mas pelo emprego que dele fazemos. '
Seja feliz! O que você está esperando?!
Para muitas pessoas, a felicidade é semelhante a uma bola, UM BRINQUEDO: querem-na de todo jeito e, quando a possuem, dão-lhe um chute".
E falando em brinquedo objeto, que foi tema que abordei em centenas de trabalhos de artes, veio-me a memória que...
Numa certa época, houve um menino apaixonado por patins. Era tudo o que ele queria na vida. Pediu, implorou, tanto fez que, um belo dia, eis que conseguiu! Ficou muito feliz com par de patins, tão feliz que não se desgrudava dele um só minuto.
Era dia e noite, o menino e os patins.
Só que, no primeiro tombo, no primeiro arranhão, ele ficou com muito medo dos patins e resolveu guardá-los. Os patins ainda eram a coisa que ele mais queria naquele momento. O que ele mais gostava de fazer era estar com eles. Mas preferiu não arriscar e não usá-los mais, pois poderia se machucar, ferir-se.
O tempo foi passando, e os patins guardados.
Passaram-se anos, e o garoto esqueceu os patins.
Então, em um belo dia, ele se lembra, sente tanta saudade daqueles patins! Resolve recuperar o tempo perdido. Vai até o armário, revira tudo e, finalmente, encontra-os. Corre para calçá-los e, aí, tem uma surpresa: os patins não cabem mais nos seus pés.
O menino, acometido de uma profunda tristeza, chora e lamenta os anos perdidos, lamenta o que não vai mais poder recuperar. É claro que ele poderia comprar outro par, mas nunca seriam iguais àqueles...
Bem ... as pessoas são assim, como o menino da história...
Guardamos sentimentos, com medo de vivê-los, com medo de nos machucar e, depois, quando resolvemos retomar esses sentimentos, quando sentimos saudade do que eles nos proporcionavam, provavelmente eles já passaram de sua melhor fase, que foi interrompida, perderam-se ou não servem mais.
Aqueles patins eram especiais para o menino, eram únicos. Por mais que comprasse patins novos, nenhum outro seria igual àqueles que ficaram guardados, tão-somente por falta coragem de continuar tentando.
Deixe as besteiras de lado, os ressentimentos e os medos e viva o dia de hoje! O que importa é o presente... é ser feliz! Não guarde seus patins!
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O DIAMANTE

Feche seus olhos. Inspire profundamente... agora, solte o ar... vagarosamente. Imagine que, ria ponta do seu nariz, exista um lápis colorido... Você pode escolher a cor do lápis... Tente, com sua cabeça, fazer um número oito na horizontal.. Faça esse movimento mais três vezes... Não esqueça da respiração. Inspire... e expire... e relaxe - esta é a base para melhorar a sua qualidade de vida, equilibre-se.


O mundo, a cada dia que passa, torna-se aparentemente mais caótico; os valores parecem se perder diante dessa correria toda; ninguém tem tempo para ninguém, nem para si mesmo. Essa é uma ótima receita para todos ficarem loucos. Por quanto tempo você irá suportar esse ritmo? Qual a sua desculpa: sobrevivência, dinheiro, status, poder... ou, quem sabe, até medo? Aprenda a relaxar e deixar o mundo de fora, de vez em quando.

Pense nas pessoas que você ama e diga isso a elas.
Arrume um tempo para você. Tente se lembrar de todos os sonhos de quando você era pequeno: o que você queria ser quando crescesse e, especialmente, quando e onde exatamente você se perdeu e desistiu de seus mais secretos sonhos. Relaxe e reencontre o seu diamante.
"Um corpo sem inteligência não ama. Um corpo sem saúde não desfruta do amor: Um gênio sem amor não tem saúde espiritual. Diante disso tudo, devemos a cada instante procurar a companhia das três virtudes, mesmo que alcancemos uma a uma".
Assim sendo, hoje, resolvi dar uma volta no Parque Olhos D’Água que fica pertinho de onde moro, e lá, catando PITANGAS bem vermelhas diretamente das árvores, lembrei de uma estória interessante que dizia mais ou menos assim...
O hindu chegou aos arredores de certa aldeia e aí se sentou para dormir debaixo de uma árvore.
Chega correndo, então, um habitante daquela aldeia e diz, quase sem fôlego: 
- Aquela pedra! Eu quero aquela pedra.

- Mas que pedra? pergunta-lhe o hindu.
- Ontem à noite, eu vi meu Senhor Shiva e, num sonho, ele me disse que eu viesse aos arredores da cidade, ao pôr-do-sol - aí devia estar o hindu que me daria uma pedra muito grande e preciosa e que me faria rico para sempre.
Então, o hindu mexeu na sua trouxa, tirou a pedra e foi dizendo:
- Provavelmente é desta que ele lhe falou; encontrei-a numa trilha da floresta, alguns dias atrás; podes levá-la!

E, assim falando, ofereceu-lhe a pedra.
O homem olhou maravilhado para a pedra. Era um diamante e, talvez, o maior jamais visto no mundo. Pegou, pois, o diamante e foi-se embora. Mas, quando veio à noite, ele se virava de um lado para outro em sua cama, sem conseguir dormir. Então, rompendo o dia, foi ver novamente o hindu e o despertou, dizendo:
- Eu quero que me dê essa riqueza que lhe tornou possível desfazer-se de um diamante tão grande assim tão facilmente!

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terça-feira, dezembro 15, 2015

NÃO DESISTA DE SEUS SONHOS

VOLTE A SONHAR E REALIZAR SEUS SONHOS - Eu estava andando nos corredores do Supremo Tribunal Federal e no Tribunal Regional Federal em Brasília e automaticamente comecei a observar os transeuntes que por mim passavam...
Sonhos 1. Pintura a óleo sobre tela. Ton MarMel.



Cada dia que passa vejo mais pessoas desistindo de seus sonhos. Na rua, às vezes, fico observando todo mundo que passa e consigo separar, só em olhar, aqueles que já abandonaram seus sonhos ou desistiram de lutar por eles. Não é muito difícil identificá-los - basta fixar em seus olhos -, todos perderam aquele sinal característico dos sonhadores - os olhos brilhantes, apaixonados e teimosos -, seus olhos passaram a ser opacos e introspectivos, revelando um enorme vazio.
Preocupa-me muito esse aumento desenfreado de realistas e céticos, que perderam sua paixão e seu amor, e, pior ainda, como estão conseguindo contaminar outras pessoas tão rapidamente.
Nós temos que detê-los, pois o mundo e a humanidade evoluem graças aos sonhos.
Temos de nos lembrar que tudo que foi e está sendo realizado e construído na terra foi antes uma fagulha que incendiou a cabeça de alguém, culminando com a realização de um grande sonho, uma grande paixão, um desejo, uma família.
Se essas pessoas tivessem desistido, muitas coisas seriam diferentes no nosso dia-a-dia.
Você consegue imaginar o mundo sem a luz elétrica, o telefone, o automóvel? Foram 

pessoas como nós, que um dia vislumbraram a possibilidade de obtê-los ou construí-los e passaram praticamente a vida inteira lutando para concretizar suas visões, seus sonhos, suas paixões.

E quantas vezes foram chamados de loucos ou foram ridicularizados, quando uma experiência não dava certo. Mesmo assim não desistiram.
Não desista, volte a sonhar! Não abandone seus sonhos! Não perca seus sonhos de vista! E, claro, REALIZE SEUS SONHOS.
"Se você pode sonhar, pode fazer". (Walt Disney).
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domingo, dezembro 13, 2015

O PATINHO QUE ERA FEIO ATÉ GANHAR NA MEGASENA

Ao contrário do que temos lido, acreditamos que são nossas fraquezas, nossos medos e defeitos os responsáveis pelo nosso desenvolvimento e sucesso, desde que tenhamos conhecimento disso. Na realidade, quando temos consciência dessas falhas lutamos para corrigi-las, policiamo-nos para não repeti-las e com isso mudamos nossos hábitos. Por conseguinte, uma das palavras-chaves para a felicidade e sucesso é autoconhecimento: à medida que nos conhecemos, verdadeira e profundamente, tornamo-nos mais e mais indulgentes, pacientes e compreensivos para com o próximo, exatamente aquele que julgávamos (erroneamente) responsável pela nossa infelicidade, e assumimos o papel principal em nossa vida.


A capacidade de mudar velhos hábitos e antigas atitudes reflete nosso grau de flexibilidade, que indica nosso nível de saúde mental. Quanto mais inflexível, maior será o tempo de reação a situações novas, criando-nos profundos transtornos. Agora, se formos flexíveis e não deixarmos o passado ter poder sobre nós, mais livre nos encontraremos para perceber, digerir e responder adequadamente à vida.

Para ter felicidade e sucesso verdadeiros, faça quatro perguntas para si mesmo: por quê? por que não? por que não eu? por que não agora?

MAS AFINAL, O QUE ISSO TUDO TEM A VER COM A CONHECIDA ESTORIANHA DO PATINHO FEIO QUE DEIXOU DE SER FEIO QUANDO GANHOU O PRÊMIO DA MEGASENA?!

SABE DE NADA, INOCENTE!!!

Então preste atenção nessa estorinha...

- Vó, por que as pessoas sofrem?

- Como é que é?

- Por que as "pessoas grandes" vivem bravas, irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa?

- Bem, minha filha, muitas vezes, porque elas foram ensinadas a viver assim (silêncio).

- Vó     .

- Oi      .

- Como é que as pessoas podem ser ensinadas a viver mal? Não consigo entender.

- É que elas não percebem que foram ensinadas para ser infelizes e não conseguem mudar, que as torna assim. Você não está entendendo, não é, meu amor?

- Não, vovó.

- Você lembra da historinha do Patinho Feio?

- Lembro.

- Então ... , o patinho se considerava feio porque era diferente de todo mundo. Isso deixava-o muito infeliz e perturbado, tão infeliz que um dia ele resolveu ir embora, viver sozinho. Só que o lago que ele procurou para nadar tinha congelado e estava muito frio. Quando ele olhou para seu reflexo no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne. E assim se juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.

- O que isso tem a ver com a tristeza das pessoas?

- Bem, quando nascemos, somos separados de nossa "natureza-cisne". Ficamos como patinhos, tentando caber no que os outros dizem que está certo. Então, passamos muito tempo tentando virar patos.

- É por isso que as pessoas grandes estão sempre irritadas?

- Isso! Viu como você é esperta?!

- Então, é só perceber que somos cisnes que tudo dá certo? (engasgou) ...

- O que foi, vovó?

- Na verdade, minha filha, encontrar o nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim. Você lembra o que o patinho precisava fazer para se enxergar?

- O quê?

- Ele primeiro precisava parar de tentar ser um pato. Isso significa parar de tentar ser quem não somos. Depois, ele aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.

- Por isso ele passou muito frio, não é, vovó?

- Passou frio e ficou sozinho no inverno.

- Por isso que o papai anda tão sozinho e bravo?

- Como é, minha filha?

- Meu pai está sempre bravo, sempre quieto com a música e a televisão dele. Outro dia, ele estava chorando no banheiro ... (emudeceu durante algum tempo).

Essas crianças ...

- Vó, o papai é um cisne que pensa que é um pato?

- Todos nós somos, querida.

- Ele vai descobrir quem ele é, de verdade?

- Vai, minha filha, vai. Mas, quando estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até nós. Temos que procurar ajuda até encontrar.

- E aí viramos cisnes?

- Nós já somos cisnes. Apenas deixamos que o cisne venha para fora, e tenha espaço para viver.

(A menina deu um pulo da cadeira).

- Aonde você vai?

- Vou contar para o papai o cisne bonito que ele é.

E a boa vovó apenas sorriu...


(O PATINHO FEIO – Trabalho concebido na série de mais de 600 trabalhos, titulados sob Nós, Brinquedos, no Volume 1, subtitulado Poeira em Alto Mar – Ton MarMel)



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quarta-feira, dezembro 09, 2015

DANDO OUVIDOS A QUEM NÃO DEVE TER VOZ ATIVA

"Poder é ser confiante de que, mesmo que poucas batalhas possam ser perdidas, a grande guerra será vencida. Apesar do objetivo parecer muito alto e distante, seja determinado para alcançá-lo. Nada o ataca ou distrai. Não tenha medo, não tenha pensamentos fracos ou dúvidas. Tenha força e use-a para enfrentar. Não recue das impurezas de dentro e de fora. Não se afete pelos objetos no caminho, sejam obscuros ou resplandecentes. Seja incansável e a palavra obstáculo deixará de existir para você.” (BrahmaKurnaris).


Destino não é uma questão de chance; é uma questão de escolha. Tenho dito e repetido, sempre!

E quanto a isso lembrei de uma estorinha contada por meus avós...

Estava andando nos jardins de um asilo de loucos, quando encontrei um jovem rapaz lendo um livro de filosofia. Pelo seu jeito e pela saúde que mostrava, não combinava muito com os outros internos.

Curioso, sentei-me ao seu lado e perguntei-lhe:
- O que você está fazendo aqui?

Ele me olhou surpreso, mas, vendo que eu não era um dos médicos, respondeu:
- É muito simples. Meu pai, um brilhante advogado, queria que eu fosse como ele. Meu tio, que tinha um grande entreposto comercial, gostaria que eu seguisse seu exemplo. Minha mãe desejava que eu fosse a imagem de seu adorado pai. Minha irmã sempre me citava o seu marido como exemplo de um homem bem-sucedido. Meu irmão procurava treinar-me para ser um excelente atleta como ele. E o mesmo acontecia com meus professores na escola, o mestre de piano, o tutor de inglês - todos estavam convencidos e determinados de que eram o melhor exemplo a seguir. Ninguém me olhava como se deve olhar um homem, mas, como se olha no espelho.

E continuou ele...
- Desta maneira, eu resolvi internar-me neste asilo. Pelo menos, aqui, eu posso ser eu mesmo.

É verdade, às vezes, impomos aos nossos filhos ou às pessoas que amamos aquilo que consideramos importante para nós, esquecendo-nos de que cada ser humano é urMa individualidade, com sentimentos e vontade própria.

Outras vezes agimos assim pensando no melhor para essas pessoas que gostamos muito. Mas muitas vezes agimos assim desapercebidamente sem nos darmos conta dessa invasão e falta de respeito.

Enquanto outras vezes nos deparamos com pessoas que maldosamente nos “sugerem” (“dão sugestões” como serpentes que destilam veneno lentamente que escorre pelos cantos da boca), a fim de nos dominarmos, a fim de que passemos a pensar, sentir e a nos conduzir de acordo com sua mesquinha vontade, a fim de satisfazer sua vontade e objetivos pessoais, para que possam nos manter cativos e dependentes como marionetes num circo.

Assim, fiquemos espertos quando ouvirmos “sugestões” e “opiniões” dos outros, pois nem sempre os outros querem o nosso bem e desejam o melhor para nós, e apenas nós mesmos sabemos de nossas necessidades, sentimentos, desejos, sonhos.


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CORAGEM PARA REALIZAR INDEPENDENTE DE OPINIÕES ALHEIAS

Quantas vezes culpamos os outros por algumas “coisas" que deixamos de fazer na vida, sendo que, na realidade, foi nosso próprio medo ou nossa posição confortável que nos impedira de realizá-las. Infelizmente, não podemos mudar o passado, mas podemos mudar o futuro. Então, esqueçamos as lamentações do passado e comecemos, a partir de agora, a agir diferentemente e fazer as "coisas" que queremos na vida, do jeito que as idealizamos. Ou, então, paremos de reclamar, se não tivermos coragem.


Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer quando poderíamos ter feito, quando deveríamos ter feito e não fizemos muitas vezes por havermos dado ouvidos a opinião alheia, que - como o nome já diz - é opinião alheia, é o pensamento dos outros, segundo os interesses dos outros, a formação dos outros, os desejos escondidos dos outros que além de não serem os nossos pensamentos e desejos, na maioria absoluta das vezes, atenderá simplesmente os desejos e caprichos dos outros que, na realidade, não estão interessados no nosso bem estar, em nossa felicidade, mas que são apenas e unicamente a vontade do outro, o interesse do outro em subjugar nossa vontade para satisfazer a vontade alheia.

Quanto a isso, lembro de um texto que foi abordado pelo Paulo Coelho em seu livro Maktub que é mais ou menos o seguinte...

Numa cidade houve uma apresentação de um balé muito famoso, internacionalmente, e fizeram uma seleção de meninas para ganhar uma bolsa e com eles viajar e se apresentar.

Uma menina, que sonhava ser bailarina, foi até a seleção e, chegando lá, a pessoa encarregada disse-lhe que ela jamais seria uma bailarina. A menina voltou para casa, triste e amargurada.

Passaram-se muitos anos, ela casou-se, teve filhos, mas sempre foi uma pessoa muito triste, por não ter conseguido realizar seu sonho.

Novamente o balé voltou à cidade. Ela foi assistir à apresentação e encontrou com a mesma pessoa que fazia a seleção, agora já um senhor. Muito amargurada, confessou-lhe:
- Por sua causa, hoje sou infeliz!

Ele não entendeu o porquê e ela lhe contou sua história. O senhor lhe respondeu:
- Eu não tenho culpa de sua infelicidade, mas posso lhe afirmar que você jamais seria uma bailarina, pois nos primeiros obstáculos você simplesmente desistiu.



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terça-feira, dezembro 08, 2015

O BRILHO DO VAGA-LUME

Não permita que ninguém, além de você, determine seu destino. Infelizmente muitas pessoas ao redor não conseguem ter luz própria e vivem à sombra do outro. Não acho que isso seja um problema, até o momento que essas pessoas comecem a querer roubar a sua luz ou ofuscá-la. Fuja dessas criaturas sombrias; elas não merecem seu respeito .



Escolha suas companhias, pois elas o ajudarão a determinar o seu destino.

"Fique longe de quem tenta diminuir suas ambições. Gente mesquinha sempre faz isso, mas realmente os grandes o fazem sentir que você também pode se tomar grande".


BRILHO DO VAGA-LUME

Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vaga-lume, que só vivia para brilhar.

Ele fugia rápido, com medo da feroz predadora, e a cobra nem pensava em desistir. Fugia um dia e ela não desistia; dois dias e nada...

No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra:
- Posso fazer três perguntas?

- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas, já que vou comer você mesmo, pode perguntar ...

- Pertenço a sua cadeia alimentar?

- Não.

- Lhe fiz alguma coisa?

- Não.

- Então, por que você quer me comer?

- Porque não suporto ver você brilhar ...


Origem da palavra Vaga-Lume

Do português caga-lume ou caga-fogo, era o nome atribuído ao inseto que possui glândulas luminescentes na parte traseira do corpo.

Com o passar do tempo, por questões de pudor e censura, trocou-se a letra “C” por “V”. Assim, “vaga” passou a representar o verbo “vagar”, que significa “andar sem rumo”.

Neste caso, vaga-lume seria o mesmo que “luz que anda sem rumo”.

O lucente bichinho é um eufemismo vivo, porque “lume” significa “fogo”, “brilho”, “luz”.

Em Portugal, os vaga-lumes (também grafados sob a versão “vagalumes”) são chamados de pirilampos, um sinônimo para o nome deste animal.

De acordo com o livro “De onde vêm as palavras”, de Deonísio da Silva, foi o escritor Machado de Assis que aprovou definitivamente a palavra vaga-lume no dicionário da língua portuguesa, no século XIX. Antes disso, este termo teve que trilhar um longo caminho até chegar a forma conhecida contemporaneamente.



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sábado, dezembro 05, 2015

2016

Sempre que começa um novo ano, surgem novas expectativas, novas metas, novos sonhos, novos medos, novos erros, novos rumos. Então, trate de fazer deste um ano diferente de todos os outros, como o próprio nome diz. Aproveite para fazer coisas novas, reinvente sua vida, seu trabalho, experimente olhar o mundo com outros olhos, por uma nova perspectiva, e não se deixe abalar ou enganar pelos obstáculos e pelas dificuldades que irão surgir - eles sempre passam -, e os encare como um novo aprendizado, uma nova oportunidade. Relaxe e aprenda a aprender com eles. Tenha muita fé no "seu taco", pois nós continuamos a acreditar em você.


"Eu posso fazer este trabalho. Conheço o material e o processo. Estou informado sobre ele e tenho competência para resolvê-lo, portanto, não sentirei medo ou nervosismo e, além do mais, DEUS está perto de mim para ajudar-me".


2016 E A PAZ INTERIOR

Imagine que há um anjo de Deus a seu lado, neste momento ... Feche os olhos, silencie, fique tranquilo e pense em todos os problemas que gostaria de solucionar ... Tudo o que o angustia, o faz chorar, o oprime, o preocupa, o deixa triste ... Até mesmo seu medo do futuro, de errar, de escolher o caminho errado ...

Pense agora em tudo isso ... Abra seu coração e se imagine entregando tudo isso a Deus...

Coloque as suas mãos em posição de entrega, ainda de olhos fechados ... Se não der, imagine se entregando agora ... Como alguém que entrega um saco bem pesado para outra pessoa levar...

Imagine-se limpando seu coração, tirando o lodo, varrendo a poeira, abrindo as janelas... Mas se concentre, desligue-se de tudo a seu redor, agora é só você e Deus ...

Pense no rosto de Deus, no abraço de Deus, no amor de Deus, aquele sopro suave embalando-o            Veja esse fardo ir escorregando das suas mãos, saindo, o vento levando para as mãos do anjo         Relaxe e sinta a sensação de alívio interior... Acendeu-se uma luz interior, você jogou fora todo o lixo ...

Agora, imagine tudo de bom que você quer que aconteça ou que já aconteceu... Momentos de felicidade, amizade, carinho, paz, romance ... Coloque tudo em suas mãos imaginariamente e faça o gesto de guardar no seu coração ... Como se guarda uma joia numa caixinha, coloque aquele tesouro guardado lá dentro ... Diga um obrigado com muita fé, de coração ... Agradeça por tudo isso de bom ... que ficou e pelo ruim que saiu ...

Agora, abra seus olhos, conte até três e respire bem fundo e devagar...Inspire e expire bem devagar... Vá sentindo essa paz interior, um amor que o preenche, uma liberdade incrível... Imagine que o anjo voou e levou suas orações em um saquinho para Deus ... Imagine Deus abrindo-o, lendo-o...

E imagine que o saco de fardos foi aberto e seu conteúdo se desintegrou no sem vestígio... Imagine o anjo voltando com seu saquinho de respostas na mão... Imagine-se abrindo o saquinho... Abrindo-o devagar e vendo coisas boas, muito boas lá dentro...

Agora, volte um pouco à realidade... e agradeça a Deus pelas respostas ... Mesmo sem saber quais são elas ainda, agradeça, porque é o que há de melhor para você...

Fique tranquila, que em breve irá conhecê-las...

Feliz Ano Novo!

Abraços,
Ton MarMel



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ATITUDE

Eu estava pensando sobre como somos escravos do tempo, como somos escravos dos nossos próprios erros.

Felicidade, por Ton MarMel #tonmarmel

Vamos parar e pensar, por um instante, quanto sofrimento, quanta angústia, quanto stress e tempo poderíamos ter economizado ou evitado se fizéssemos um melhor planejamento da nossa vida! Quantas vezes nos submetemos aos próprios caprichos e erros dos outros!

Todo mundo fala em paciência e aperfeiçoar o hábito de ouvir, mas se esquece de que ouvir é diferente de escutar. Ouvimos sons, ruídos, barulhos; entretanto, escutar exige muito mais, exige prestar atenção. Sendo assim, quando falamos com alguém, devemos dar toda atenção a ela, senão estaremos apenas ouvindo-a e assim cometemos enganos e erros e novamente perderemos tempo. Por quanto tempo ainda vamos continuar só ouvindo?!

"Para compreender as pessoas devo tentar escutar o que elas não estão dizendo,
o que elas talvez nunca venham a dizer."


ATITUDE...

Uma senhora de 92 anos, delicada e orgulhosa, bem-vestida, com o cabelo bem-penteado, tudo numa composição perfeita, mesmo sendo totalmente cega, hoje se mudou para a casa de repouso. Seu marido havia falecido recentemente e fez-se necessária a mudança.

Após algum tempo aguardando pacientemente na sala de espera, sorriu docemente quando lhe avisaram que o quarto estava pronto.

Enquanto ela e um empregado da Casa de Repouso caminhavam lentamente até o elevador, o empregado deu-lhe uma descrição visual de seu pequeno quarto, incluindo as flores na cortina da janela.
- Eu adorei! ela disse com o entusiasmo de um garotinho de sete anos que acabasse de ganhar um filhote de cachorro.

- Mas, Sra. Rita, a senhora não viu o quarto...

Ela não o empregado da casa de repouso continuar.
- A felicidade é algo que você decide antes da hora. Se eu vou gostar do meu quarto ou não, não depende de como os móveis estão arranjados e sim de como eu os arranjo em minha mente. E eu já me decidi gostar dele ...

E continuou:
- É uma decisão que tomo a cada manhã quando acordo. Eu tenho uma escolha, posso passar o dia na cama, remoendo as dificuldades que tenho com as partes de meu corpo que não funcionam há muito tempo, ou posso sair da cama e ser grata por mais esse dia. Cada dia é um presente, e meus olhos se abrem para o novo dia das memórias felizes que armazenei ... A velhice é como uma conta no banco ... de onde você só retira o que colocou antes. Então, meu conselho para você é depositar muita felicidade na conta do banco das lembranças. E lhe agradeço por fazer parte da minha conta no meu banco de lembranças.



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quarta-feira, dezembro 02, 2015

E DEPOIS, SENHOR?

Esta é uma pergunta que temos feito há algum tempo: "E depois"? Será que estamos realmente vivendo, ou apenas adiando nossa fel icidade, postergando-a para um futuro incerto, e julgando, por meio de toda nossa ignorância, que o dinheiro ainda traz felicidade?



Tenhas grandes ambições, mas curta os pequenos prazeres.


E depois, senhor?

Um homem de negócios americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa mexicana, observou um pequeno barco de pesca que atracava naquele momento, trazendo um único pescador. No barco, vários grandes atuns de barbatana amarela. a americano deu parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e lhe perguntou quanto tempo levara para pescá-los.
- Pouco tempo, respondeu o mexicano.

Em seguida, o americano perguntou por que ele não permanecia no mar mais tempo, o que lhe teria permitido uma pesca mais abundante.

O mexicano respondeu que tinha o bastante para atender as necessidades de sua família.

O americano voltou à carga:
- Mas o que é que você faz com o resto de seu tempo?
- Durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos, tiro a siesta com minha mulher, Maria, vou todas as noites à aldeia, bebo um pouco de vinho e toco violão com meus amigos. Levo uma vida cheia e ocupada, senhor.

O americano assumiu um ar de pouco caso e disse:
- Eu sou formado em administração em Harvard e poderia ajudá-lo. Você deveria passar mais tempo pescando e, com o lucro, comprar um barco maior. Com a renda produzida pelo novo barco, poderia comprar vários outros. No fim, teria uma frota de barcos pesqueiros. Em vez de vender pescado a um intermediário, venderia diretamente a uma indústria processadora e, no fim, poderia ter sua própria indústria. Poderia controlar o produto, o processamento e a distribuição. Precisaria deixar esta pequena aldeia costeira de pescadores e mudar-se para a Cidade do México, em seguida para Los Angeles e, finalmente, para Nova York, de onde dirigiria sua empresa em expansão.
- Mas, senhor, quanto tempo isso levaria? perguntou o pescador.
- Quinze ou vinte anos, respondeu o americano.
- E depois, senhor?

O americano riu e disse que essa seria a melhor parte. Quando chegar a ocasião certa, você poderá abrir o capital de sua empresa ao público e ficar muito rico. Ganharia milhões.
- Milhões, senhor? E depois?

- Depois - explicou o americano -, você se aposentaria. Se mudaria para uma pequena aldeia costeira, onde dormiria até tarde, pescaria um pouco, brincaria com os- tos, tiraria a siesta com a esposa, iria à aldeia todas as noites, onde poderia tomar vinho e tocar violão com os amigos...


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