TRADUTOR / TRANSLATER

TRADUTOR / TRANSLATER / TRADUCTEUR / TRADUCTOR / TRADUTTORE
English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

Quem sou eu

Minha foto

Bem-vinda(o) à MarMel visualARTS do premiado artista Ton MarMel que desde infante manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, participou de dezenas de salões, exposições no Brasil e exterior, é Doutor em Direito Público que tem a missão de oferecer conhecimento, obras e serviços de excelência com criatividade, segurança e eficiência. 


SEGUIDORES DE MARMEL

TOTAL DE VISITANTES

DESTAQUE

CARTA ABERTA A EXCELENTÍSSIMA SENHORA PRESIDENTA DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBRE A SITUAÇÃO DA ARTE E DO ARTISTA BRASILEIROS - http://marmel-ton-marmel.blogspot.com/2011/09/carta-aberta-excelentissima-senhora.html
- "NÓS,BRINQUEDOS" - Conjunto de mais de 600 TELAS executadas em técnicas diversas, distribuído em 4 Volumes, acompanhado de TEXTO-TESE indicativo que pode ser lido integralmente neste link de postagem anterior http://marmel-ton-marmel.blogspot.com/2011/05/nos-brinquedos.html#links - "NÓS, BRINQUEDOS: porque desde a infância somos nossos próprios brinquedos, realizações, sonhos, projetos, inventos, alegrias e decepções." (MarMel) - "Ninguém te sacudiu pelos ombros quando ainda era tempo. Agora, a argila de que

quarta-feira, dezembro 02, 2015

E DEPOIS, SENHOR?

Esta é uma pergunta que temos feito há algum tempo: "E depois"? Será que estamos realmente vivendo, ou apenas adiando nossa fel icidade, postergando-a para um futuro incerto, e julgando, por meio de toda nossa ignorância, que o dinheiro ainda traz felicidade?



Tenhas grandes ambições, mas curta os pequenos prazeres.


E depois, senhor?

Um homem de negócios americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa mexicana, observou um pequeno barco de pesca que atracava naquele momento, trazendo um único pescador. No barco, vários grandes atuns de barbatana amarela. a americano deu parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e lhe perguntou quanto tempo levara para pescá-los.
- Pouco tempo, respondeu o mexicano.

Em seguida, o americano perguntou por que ele não permanecia no mar mais tempo, o que lhe teria permitido uma pesca mais abundante.

O mexicano respondeu que tinha o bastante para atender as necessidades de sua família.

O americano voltou à carga:
- Mas o que é que você faz com o resto de seu tempo?
- Durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos, tiro a siesta com minha mulher, Maria, vou todas as noites à aldeia, bebo um pouco de vinho e toco violão com meus amigos. Levo uma vida cheia e ocupada, senhor.

O americano assumiu um ar de pouco caso e disse:
- Eu sou formado em administração em Harvard e poderia ajudá-lo. Você deveria passar mais tempo pescando e, com o lucro, comprar um barco maior. Com a renda produzida pelo novo barco, poderia comprar vários outros. No fim, teria uma frota de barcos pesqueiros. Em vez de vender pescado a um intermediário, venderia diretamente a uma indústria processadora e, no fim, poderia ter sua própria indústria. Poderia controlar o produto, o processamento e a distribuição. Precisaria deixar esta pequena aldeia costeira de pescadores e mudar-se para a Cidade do México, em seguida para Los Angeles e, finalmente, para Nova York, de onde dirigiria sua empresa em expansão.
- Mas, senhor, quanto tempo isso levaria? perguntou o pescador.
- Quinze ou vinte anos, respondeu o americano.
- E depois, senhor?

O americano riu e disse que essa seria a melhor parte. Quando chegar a ocasião certa, você poderá abrir o capital de sua empresa ao público e ficar muito rico. Ganharia milhões.
- Milhões, senhor? E depois?

- Depois - explicou o americano -, você se aposentaria. Se mudaria para uma pequena aldeia costeira, onde dormiria até tarde, pescaria um pouco, brincaria com os- tos, tiraria a siesta com a esposa, iria à aldeia todas as noites, onde poderia tomar vinho e tocar violão com os amigos...


.