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Bem vinda(o) à página de Ton MarMel, Artista Visual, que desde criança manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, recebeu inúmeros prêmios, participou de dezenas de salões de artes, exposições INDIVIDUAIS no Brasil e exterior, é Advogado, doutor em Direito Público há mais de 15 anos, que tem a missão de oferecer obras de artes, serviços artísticos experientes e conhecimentos de excelência com criatividade, segurança e eficiência, inclusive para ASESSESSORIA ARTÍSTICA, CONSULTORIA ON LINE.  (º--º)  Meu trabalho é conhecido e reconhecido por várias pessoas físicas e jurídicas pois presto serviços e ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS E EM GRUPOS, inclusive como PALESTRANTE sobre arte social, direito, projetos sociais de relevância, desenvolvimento pessoal, motivação, empoderamento, liberdade emocional.



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terça-feira, dezembro 01, 2015

O TEMPO E SEUS EFEITOS IMPLACÁVEIS

Em muitas pessoas a vaidade briga o tempo todo com as marcas do tempo no rosto. As rugas inevitáveis aparecem sem pedir nenhuma licença e entram na vida das pessoas causando, algumas vezes, distúrbios mentais por não admitirem que não são mais aquela(e) gatinha(o) de outrora. Coisa normal do tempo, da natureza, da vida. Cada um tem a sua hora e seu momento certo. A própria natureza nos dá isso como lição, queiramos ou não, gostemos ou não. Somos ainda frutos imaturos e vamos gradativamente amadurecendo até atingirmos o cume da linha gráfica da vida pessoal, e a partir daí começamos a apodrecer. Essa é a realidade dura de todos.

A valorização da matéria é muito comum nas pessoas, principalmente mais jovens. A vaidade põe uma barreira em nossa vida e leva-nos a enxergar somente o que se quer ver através do espelho. Somos arrastados e obrigados a esquecer de nossa própria essência; sim, nossa verdadeira essência, essa essência invisível aos olhos, à pele, à carne, à matéria.


O espelho reflete a matéria e nem tudo que vemos é real. A matéria é estragável e nossa mente prefere congelar a imagem jovial por várias razões não plausíveis. O que é bonito em nós mesmos?

Essa e outras interrogações vão, muitas vezes, ralo abaixo quando nos observamos no espelho. O querer estar perfeitamente linda(o) para o(a) outro(a) por vezes beira ao ridículo, mas alimenta o ego ao menor elogio.

Outras pessoas não aceitam a reação do tempo e declaram guerra contra si mesmas, seu corpo, seus hábitos vividos e amados durante anos. Mas, nessa altura do campeonato o tempo parece que se faz de surdo e continua sua missão natural encorajada pelos hábitos do ser ocupante do corpo material.

Existe uma forte corrente de pensadores - a respeito do assunto de conservação de beleza física -que propala que o apego à matéria é próprio de espíritos imaturos e que aceitar as mudanças normais da vida é sinônimo de evolução, de amadurecimento, que nem todos gostam, ao menos desse tipo de evolução e amadurecimento, com certeza!

Existem vários exemplos de mulheres que não aceitam as dobras do tempo e passam a usar todo tipo de despacho, de ebó, de oferenda, de mandinga, de porção da juventude, de remédios, de hormônios indicados por amigas, sem acompanhamento médico e muitas vezes vão a óbito.

Vê-se nas TV’s vários artistas que nos dão a falsa impressão visão de que o tempo deu uma trégua para eles. Mas na realidade, são truques, artifícios de lentes, de câmeras, de filmagens, de maquiagem, de iluminação, de ângulos de visão, de máscaras para massagear o ego deles e de quem os vê e assiste. Vivem numa ilusão eterna, e, certamente, entrarão em choque, em depressão, e passarão a carregar muita dor e sofrimento ao perceberem que os truques para enganar o tempo foram em vão.


Afinal, o tempo não para e todos nós envelhecemos. Portando, ser cuidadosa com o próprio corpo e espírito são atitudes cotidianas necessárias que retardam os efeitos do tempo, e que não tem mal algum em se ser vaidosa (muito ao contrário, só traz benefícios!), mas que o apego exagerado aos bens materiais é um mal terrível, pois os bens não podem ser levados para a outra vida com a morte, pois é inegável o fato de que caixão não tem gavetas, além de que na hora do enterro pode surgir algum engraçadinho, catar todos os bens, joias, dinheiro, riquezas, e no lugar dessas coisas deixar um cheque em branco para caso do defunto desejar sacar e fazer uso do valor na outra vida!


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