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Bem-vinda(o) à MarMel visualARTS do premiado artista Ton MarMel que desde infante manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, participou de dezenas de salões, exposições no Brasil e exterior, é Doutor em Direito Público que tem a missão de oferecer conhecimento, obras e serviços de excelência com criatividade, segurança e eficiência. 


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CARTA ABERTA A EXCELENTÍSSIMA SENHORA PRESIDENTA DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBRE A SITUAÇÃO DA ARTE E DO ARTISTA BRASILEIROS - http://marmel-ton-marmel.blogspot.com/2011/09/carta-aberta-excelentissima-senhora.html
- "NÓS,BRINQUEDOS" - Conjunto de mais de 600 TELAS executadas em técnicas diversas, distribuído em 4 Volumes, acompanhado de TEXTO-TESE indicativo que pode ser lido integralmente neste link de postagem anterior http://marmel-ton-marmel.blogspot.com/2011/05/nos-brinquedos.html#links - "NÓS, BRINQUEDOS: porque desde a infância somos nossos próprios brinquedos, realizações, sonhos, projetos, inventos, alegrias e decepções." (MarMel) - "Ninguém te sacudiu pelos ombros quando ainda era tempo. Agora, a argila de que

Currículo






Artista visual. Jurista. Doutor em Direito Público. Arquiteto da própria vida detentor de dezenas de prêmios.



Ton MarMel - anTONio MARtins MELo desde infante manifestou dotes artísticos para pintura, desenho, escultura. Participou de dezenas de salões e exposições de artes individuais e coletivas. Foi premiado por diversas vezes e destaca-se de sua vasta produção: 



A Geometria da Natureza na obra de Ton Marmel


Lembro-me logo da obra de Picasso e Volpi, quando me vejo ante as obras de Ton Marmel, nessas suas dezenas de anos dedicados às artes visuais. O mesmo Volpi que dizia não pintar bandeirinhas, mas sua geometria nasceu das festas juninas, quando ele ilustrou o bilhete da loteria federal de junho. Não que a obra de Volpi tenha a ver com a de Marmel, diretamente, mas o percurso da obra de Volpi da figuração natural para a geometria tem muito a ver. Volpi tornou concretos seus casarios, mastros de São João, a natureza intermediada pelo homem.

Igualmente, a pintura de Marmel viajou da figuração para a concreção geométrica - nasceu da realidade e, depois, a geometrizou, nasceu direta e da própria natureza: primeiro, pintou folhas do cerrado, temas nacionais; depois, percebeu os signos desses temas e os transformou em ícones da sua pintura.

A grande contribuição da pintura brasileira para a arte do restante do mundo é a luminosidade de sua pintura, que só existe aqui. Onde incide muita luz, como no Brasil, há cores intensas, fortes, solares. Por isso, a pintura de Ton Marmel tem um colorido intenso, inclusive a sua escultura, seja a escultura em si, seja a escultura de parede, que prefiro chamar de objeto, por falta de um termo melhor.

Na fase inicial da obra de Marmel não há metáforas. As folhas e formas do cerrado são seu próprio signo, bem como os primeiros sinais da arquitetura de Brasília já se mostram em seus nós urbanos. Ou seja, se o signo é formado de significante – imagem visual do signo - e de significado - imagem mental do signo - como nos ensina F. Saussure, as folhas e nós de Ton Marmel produziam um significante que era também em si o seu significado.

A atual fase da pintura de Marmel é concreta, geométrica em formas e abstrata, sociológica e filosófica em temas de conteúdo, mas nasceu da fase anterior, naturalista, e se tornou agora um símbolo iconográfico da primeira fase.

Esta é a fase que o fruidor poderá observar nas fotografias anexas.


ESCULTURA CONCRETA

A escultura de Marmel é concreta. Estranhos e obscuros são os caminhos da vida e da arte. As esculturas em metal, que serão vistas na Embaixada da Portugal têm algo a ver com Franz Weissmann e o Neoconcretismo. Haverá por certo recusas contra a minha assertiva. É verdade que Weiissmann é um escultor hoje voltado para a geometria minimalista, que trabalha módulos e que tem algo de Mondrian em sua obra. Mas Ton MarMel busca a mesma perspectiva escultórica de Weissmann, embora centrado mais na emoção que no racional do escultor austríaco, hoje um orgulho da escultura nacional.

Se a pintura de Marmel se apraz com pormenores, como textura, sua escultura é objetiva, direta, com o uso de cor gráfica, e abrange as mesmas percepções dos artistas neoconcretos, apesar de não estar vinculado a essa corrente do final dos anos 50 no país.

A linguagem contemporânea busca a ideia, não mais a emoção do fruidor. Quer que o observador pense, não mais que se emocione ante a obra de arte. Deixa de lado a beleza, que era uma visão do belo de Aristóteles, e leva o fruidor a sentir a força da arte e de seus conceitos.

A escultura de Marmel é contemporânea sem ser conceitual. Sua geometria emociona os que seguem sua carreira e sabe que por trás daqueles vazados, dos cortes transversais, estamos todos nós. O metal frio recebe um colorido em geral forte: azuis intensos e amarelos mar. A cor atrai o observador para a armadilha de suas diagonais, rígidas e rigorosas.

Objeto

Os objetos fazem parte do território independente e dúbio da obra de Marmel. Nem são esculturas nem pinturas, mas têm três dimensões e são pintados em tela e madeira. Por isso, têm particularidades da sua pintura e as mesmas intenções concretas da sua escultura. Lá estão escondidos pela geometria todos os sentidos que comportam NÓS em sua plenitude.

É a fase de Ton Marmel que identifica melhor as décadas de arte do artista, já que é mais fácil perceber o figurativo que ali subjaz. Há tratamento de pintura na tela, inclusive com texturas, e de escultura no tridimensional, embora mais emocional que rigorosa. A obra de Ton Marmel caminha cada vez mais para a linguagem contemporânea, mas permanecem a luminosidade e a poesia de suas concepções artísticas anteriores.

Alberto Beuttenmüller
Da Associação Internacional de Críticos de Arte - AICA-UNESCO.

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Eis um artista que continua a grande tradição, que nasce da força da cultura popular e recria com a força de um talento realmente incomum, com uma paixão de quem sabe tudo sobre nossa verdade por dela ser parte integrante. Ton Mamel possui a alegria de viver do povo e a mesma capacidade imensa de resistir a todas as dificuldades, a sobrepor-se a todas as desgraças, a todas as limitações, e a realizar a vida em sua plenitude. A obra que constrói, nasce de sua condição de filho baiano postiço e de seu amor à vida.

Os NÓS vindos nos navios da África e que se fizeram mulatos na mistura com os santos católicos e os caboclos da selva, foram fixados na madeira e no ferro pelos artesãos. desde os tempos da escravidão até os dias de hoje - artesãos da qualidade de Marco Proença e de Manu.

Os escultores partiram dessa criação popular para conceberem, cada um armado com sua originalidade, a grandeza dos NÓS e Orixás: Mário Cravo, Agnaldo, Mirabeau, Antônio Rebouças, Manuel Bonfim. Diferente de todos eles, mas nascido da mesma tradição da cultura e da criação popular, Ton Marmel restabelece mais uma vez a imagem dramática, luminosa e mágica dos Nós e dos Orixás. Sua escultura poderosa começa a marcar a paisagem da cidade somando-se à contribuição dos nomes antes citados, fazendo-nos ricos de beleza e de arte.

Artista brasileiro, jovem mestre, Ton Marmel atinge o momento inicial de sua maturidade conservando ainda aceso o fogo da juventude – suas mãos arrancam do fundo do mistério o clarão dos encantados, nossa verdade fundamental.

JORGE AMADO
Escritor


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Dispensar tempo, recursos e, principalmente, dedicação a eventos culturais, para o Grupo BBVA é muito mais do que simples modismo. É um compromisso que a Organização assume para manter viva a história e as raízes de cada povo, nos 37 países onde atua.

O BBV Banco, assim como o Grupo BBVA, tem forte preocupação com a cultura brasileira. Desde que se instalou no país, em agosto de 1998, o BBV vem procurando investir em projetos culturais de qualidade.

A mais recente iniciativa do Banco neste segmento é a exposição Nós e os Direitos Humanos, por Ton Marmel, do consagrado e premiado pintor e escultor, que se tornou conhecido no mundo todo por condensar em suas obras a filosofia, a sociologia a magia do povo brasileiro em momento festivo que comemora o aniversário da Carta dos Direitos Humanos.

Além de permitir que o público visite as obras deste artista gratuitamente, em pontos turísticos das principais capitais brasileiras, o BBV Banco também levará a exposição a museus e agências da sua rede.

Esta é mais uma pequena parcela da contribuição do BBV Banco para a difusão e consolidação da cultura brasileira. Esperamos, sinceramente, que todos admirem este trabalho.

BBV Banco

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Ton Marmel é um artista plástico dos mais respeitados e com uma longa trajetória artística.

Conhecido principalmente por seus NÓS, Marmel faz parte de um grupo de cidadãos baianos certificados que adotaram a cultura baiana e que têm sua arte profundamente marcada pelas etnias formadoras de nossa cultura, delas extraindo sua essência e sua forma.

Esta mostra de trabalhos de sua autoria, que o Museu de Arte Moderna da Bahia tem o prazer de Levar ao público de grandes cidades brasileiras - São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Recife e Salvador, reúne esculturas de grande porte, oito NÓS forjados com maestria e sensibilidade.

Tradicionalmente, na Bahia, a positivação da identidade afro-brasileira fez-se pela apropriação e sacralização dos espaços da cidade e de seu entorno, além dos limites físicos dos terreiros. Sagradas são as colinas de Oxalá, como também são sagradas as águas de Oxum e Iemanjá e se Iansã cavalga as tempestades, Exu é o senhor e todos os caminhos.

Ambientados em amplos espaços abertos, suas obras rementem o espectador às fontes de nossa herança comum, plural, mestiça, e, por isso mesmo, singular, abram espaço para o mistério e recriam o véu que funde na mesma penumbra a realidade e o mistério, a sombra e a luz, o sagrado e o profano.

Acreditamos, assim, que esta mostra poderá proporcionar ao público, mais que uma satisfação visual, o contato emocional com os valores e conceitos ancestrais da cultura baiana, assumidos e revisitados pelo olhar do artista contemporâneo. Aqui, ao se formar a tríade - objeto, autor, espectador, permite-se que se faça a manifestação de uma experiência milenar – a interação do mundo cotidiano com o mundo simbólico dos arquétipos e dos significantes que embasam e formam o presente de cada um de nós.

Heitor Reis
Diretor do MAM-BA

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Diante das imponentes pinturas e esculturas de Ton Marmel não há espaço para a tranquila contemplação, para o silêncio respeitoso que, muitas vezes, "as obras de arte exigem. Aqui, ao contrário, tudo explode em vida e exaltação, formas e cores de extrema beleza, vozes e sons que ressoam poderosos no conjunto de obras impõe-se poderosos no nosso coração. Deuses e deusas da terra e do mar, das matas e das fontes, filhos do campo, dos ventos do movimento. A arte, em Marmel, é o instrumento de fé.

Alguns artistas dedicam-se a pesquisar os mistérios da linguagem artística, suas peculiaridades, suas intrínsecas articulações: são os artistas "antenas da raça". Outros perseguem a integração entre a arte e a vida, integrando-as num único mundo, num único tempo. "O artista deve ir onde o povo está". Ambos são igualmente importantes. Na arte do século XX, Marcel Duchamps e Picasso afirmam-se como os dois mais importantes artistas de nosso tempo, paradigmas da modernidade. Na literatura brasileira, Guimarães Rosa e nosso Jorge para sempre Amado são os grandes pilares da prosa de língua portuguesa. Ton Marmel filia- se a esses artistas da multidão, que traduzem o espírito de sua gente, suas tradições, lendas e sentimentos.

Muito mais do que obras de extremo requinte artístico, elas se afirmam como equipamentos urbanos que se integram no entorno com forte apelo simbólico e grande beleza plástica. É essa a beleza maior que Marmel revela, buscando nas origens do popular as bases para a sua arte, resultado de uma detalhada pesquisa e de una artesania monumental que manipula o ferro, o aço, o gesso, a fibra de vidro, as tintas vinílicas, as tintas à óleo, as telas num processo construtivo extremamente profissional e coerente. O resultado: encanto e beleza, reconhecimento e respeito à nossa história.

Marcus de Lontra Costa
Crítico de Arte
Rio de Janeiro, agosto/2001

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Ao pousar os olhos sobre os trabalhos de um artista plástico multimídia como Ton MarMel é como se estivesse atravessando uma ponte em um dia qualquer e no exato momento, levantasse

Recentemente vi alguns trabalhos de Ton Marmel e não pude calar. Já vão mais de dez anos que tive a oportunidade de ver seus quadros e confesso, com toda sinceridade, diante dos atuais: pouco, ou quase nada, puderam-no ensinar; a vida o aperfeiçoa no seu labor de paciência, intuição e inconsciente coletivo.

Pensar que foi revelado aos cinco e aos doze anos de idade já era muito criativo e virtuoso é recordar que suas exposições, participações em salões, premiações, passagem pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e faculdade de Direto nada mais fizeram que firmar um talento nato que se consagra com os anos e a coragem de seguir seu próprio talento.

Em visitas a museus e galerias não é difícil encontrar obras que sempre nos transportam ao tema, a forma e as cores cunhados cotidianamente por Ton Marmel. A expressividade de suas obras vai desde linhas bordadas no fundo à semelhança, como prova, da paciência de Harley Parker (A Viagem), Wu Chen (Brotos de Bambu) e mesmo o formalismo linear de Umberto Boccioni (A Matéria), Gino Severini (Dançarina de Azul), Pablo Picasso (Kahnweiler) e Franz Marc (Cervos na Floresta), inclusive.

Falar de seu estilo expressionista, ideias, fantasias, traço, forma, cores, composição é tema de memorial descritivo de fotógrafo que através da lente da máquina congela friamente a imagem viva.

Ver seus trabalhos e refletir integradamente é pura emoção de ARTE! Uma emoção feita de admiração, de surpresa, de identidade, de reconhecimento e alegria; uma alegria que é, aliás, plena de reverência, de beleza infinda e explosiva alegria que nos lembram quão bom é estar vivo, ter sensibilidade e capacidade para apreciar a própria existência e a criação divina.

Edmund Fuller
Reporter
The Wall Street Journal
Janeiro de 1993


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Ao pousar os olhos sobre os trabalhos de um artista plástico multimídia como Ton MarMel é como se estivesse atravessando uma ponte em um dia qualquer e no exato momento, levantasse instintivamente a cabeça e lançasse um olhar furtivo para algum lugar e, quando
menos se esperasse, se parasse de andar com um sorriso nos lábios, com os olhos avivados buscando detalhes, perspectivas, bebendo cores e formas que sugerem algo, enquanto se tenta desvendar aguçando a curiosidade, o espírito e os sentidos esquecidos do tempo e das preocupações.

Bem mais que emoção primitiva, os trabalhos lembram da necessidade de se viver em estado de alerta para as maravilhas do universo a cada instante que duvido exista uma coisa, uma figura, um ser bastante desprovido, de. pormenores .a ponto de serem completamente impróprios a suscitar uma emoção estética. É uma emoção feita de admiração, de surpresa, de identidade, de reconhecimento e alegria. Uma alegria que é, aliás, plena de reverência, de notável beleza e, às vezes, explosiva alegria.

São pinturas que formigam belezas em relação aos quais o hábito, o costume nos tornam cegos. Então, uma vez tornado sensível em relação a essas figuras, se consegue descobrir o que pode conter a realidade aparentemente tão pobre. Realmente, estivéssemos menos esclerosados pelo hábito, possivelmente não necessitaríamos da espontaneidade mágica de seus quadros e esculturas, dos seus traços e formas, das suas cores, seus tons azuis e amarelos, seu contexto universal humano.

A importância dos seus trabalhos é o de tornar-nos perceptíveis para percebermos e sentirmos o quão é bom ter-se sensibilidade e estar vivo para apreciarmos a própria existência e a criação.

Sem dúvida poderia até mesmo falar do estilo expressionista, da sua formação, sua ideologia, seu traço, cores e formas, mas poderia incorrer em falhas diante da grandeza e vasta obra.

Assim, para não sujeitar-me ao vício da imprecisão - o que para crítica de arte pode até ser pouco - me contenho em não gastar milhares de palavras tentando descrever o que vejo e sinto diante da obra, pois essa, por si só, é universal.

Dennis Orsolini
Curador
ABA - Associação Brasileira de Arte

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CRÍTICA E AUTOCRÍTICA

TRECHOS DE DEPOIMENTOS

“Para esse homem sua arte é mais importante que tudo e ele bem sabe que uma arte só é poderosa e imortal quando cresce e vive em função do povo, das dores e dos problemas do povo, mesmo que seu povo viva os mesmos dilemas de outros povos, mesmo que seu povo seja a população do universo sem fronteiras. Seu povo brasileiro e brasiliense, seu espaço vital que é Brasília, precisam dele e ele não os traiu apesar dos anúncios de globalização cultural e da ingratidão humana. MarMel já é hoje um símbolo. Símbolo de dignidade, de persistência, de resistência e de irredutibilidade de arte brasileira e brasiliense.” (Timmmartins. Revista Acadêmica n° 35, Brasília, 1990).

“Pintor da realidade intimista, biógrafo da sensibilidade: MarMel é um homem transbordando criatividade.” (Jonh P. Sotten, Judge Gallery, Washigton Post, NY,1983).

“A brasilidade se faz presente na expressão plástica deste nativo que nos brinda com esta bela mostra de cores, linhas e talento. Tudo no ponto exato. Tudo amarrado e critico como sua obra.” (Maurice Lage, Galeria do Moulin de la Gallete, Paris, 1986).

HISTÓRICO DE PRODUÇÃO

Artista Plástico. Jurista. Doutor em Direito Público. Arquiteto da própria vida detentor de dezenas de prêmios.

Ton MarMel, desde a infância manifestou dotes artísticos para pintura, desenho e escultura. Participou de dezenas de salões e exposições de artes individuais e coletivas no Brasil e exterior sendo premiado por diversas vezes como artista plástico multimídia, destacando-se de sua produção, dentre centenas de outras obras esparsas de temas variados:

1) Ano 2011 - Criação de vídeo titulado Máscaras.

2) Ano 2010 - Criação de 16 telas de artes plásticas em técnicas diversas e vídeo sobre a temática CORES E TRAÇOS DE BRASÍLIA, na qual comemorou os 50 Anos de criação da Cidade de Brasília-DF inspiradas na plasticidade dos edifícios, projeto urbano e paisagistico dos arquitetos Lúcio Costa, Oscar Niemeyer e Burle Marx.

3) Entre 2008 / 2010 - Criação de mais de seiscentas (600) telas elaboradas em diversas técnicas e produção de vídeo sob a temática NÓS, BRINQUEDOS ("porque desde a infância somos nossos próprios brinquedos, realizações, sonhos, projetos, inventos, alegrias e decepções");

4) Ano 2008 - Publicação de Monografia de conclusão de Curso de Mestrado titulada DIREITO AUTORAL - AUTENTICIDADE DE OBRAS - Autenticidade no Direito Autoral, na qual aborda a autenticidade de obras intelectuais no âmbito do Direito Autoral omitida pelo legislador da Lei 9.610/98, que alterou, atualizou e consolidou a legislação sobre direitos autorais, visando cogitar discussões sobre o tema ao mesmo tempo em que buscou fornecer subsídios para uma maior proteção dos direitos derivados de criações de obras intelectuais enquanto morais, patrimoniais e conexos, bens móveis, criações do espírito, expresas por qualquer meio ou ou fixados em qualquer suporte, tangível, intangível, conhecido ou que se invente;

5) Ano 2007 / 2008 - Criação de vídeo e trinta (30) telas de artes plásticas elaboradas em técnicas diversas sob a temática NÓS E OS DIREITOS HUMANOS EM 60 ANOS, em que ilustra todos os artigos da Lei Universal e comemora os 60 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos;

6) Ano 2007 - Criação de cento e uma (101) telas e vídeo de artes plásticas com a temática NÓS PODEMOS MUDAR O MUNDO, elaboradas em técnicas diversas, sobre meio ambiente, ecologia, qualidade de vida;

7) Ano 1990 e 2010 - Criação de quinze (15) telas em técnicas diversas (1990) e criação de vídeo (2010) sob a temática PAIXÃO DA VIA SACRA, O "XIS" DA OPÇÃO, em que retrata o Caminho do Calvário ou do Monte Gólgota vivido por Jesus Cristo.

8) Até próximo a 2007 registram-se dezenas de exposições individuais, participações em salões, premiações seguidas.




PREMIAÇÕES

BREVE HISTÓRICO DO BAÚ DE MARMEL

Artista nato, moldado nas carteiras das salas de aula e nas disciplinas de artes das escolas públicas de Brasília, esse artista inquietante demonstrou talento e criatividade já nas primeiras feiras de artes estudantis que lhe valeram premiações nos diversos campos da expressão plástica.

Dono de peculiar visão, este homem sempre primou em sua obra pelo papel social da arte como veículo de reflexão e introspecção da condição humana, abordando a vida “como um presente que nos foi dado porque somos dignos e a merecemos em sua plenitude”.

MarMel é Advogado conhecido por seus pares principalmente na seara laboral em Brasília. Frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e Faculdade de Direito do Distrito Federal. Foi figura conhecida em ateliês e escritórios de artistas e arquitetos reconhecidos internacionalmente a exemplo de Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Horst Antes, Hans Martin Erhardt, Wolfgang Oppermann, Lambert Maria Wintersberger, Humberto Espíndola, Franz Weissemann e outros geniais talentos dos quais procurou captar o olhar particular sobre a vida.

Para esse artista “sua arte é mais importante de tudo” e ele bem sabe que “uma arte só é poderosa e imortal quando cresce e vive em função do povo, das dores e dos problemas do povo, mesmo que seu povo viva os mesmos dilemas de outros povos, mesmo que seu povo seja a população do universo infronteiriço”. Seu povo brasileiro e brasiliense, seu espaço vital que é Brasília, precisam dele e ele não os esqueceu apesar da globalização cultural e da ingratidão humana. MarMel já é hoje um símbolo. Símbolo de dignidade, de persistência, de resistência e de irredutibilidade da arte brasileira e brasiliense.

Conhecido como “pintor da realidade intimista” e “biógrafo da sensibilidade” por alguns, batizou originalmente de “CERRADOCULTURA” a compactação densa e carregada no aspecto forma-cor de suas obras, fruto de pesquisa e observação diária com o qual espelhou sua produção artística durante anos, traduzindo o cerrado, suas características, funções e formas espaciais “cuja vegetação contorcida traz no próprio corpo as cicatrizes deixadas pelo tempo nas folhas cítricas que integram todo dinamismo síntese de Brasília”.

Variando a técnica de compor seus trabalhos no decorrer dos anos, estudou as várias escolas de expressão e fixou sua atuação na pintura contemporânea expressionista e abstrata, e adotou as instalações como veículo para conduzir o expectador a um diálogo maior consigo, com a obra e o contexto social.

Suas obras podem ser vistas em museus e residências brasileiras e a presente safra (“PAZ - ARTE”.), que tem como objetivo básico comemorar a vida, já desperta especial interesse principalmente na atual conjuntura ao centrar-se na PAZ e no HOMEM, no COMBATE A VIOLÊNCIA e na DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA.


SUMÁRIO

O ARTISTA MarMel E SUA OBRA

1 - PREMIAÇÕES DESTACADAS

1970 – Menção Honrosa em Esculturas – SEC/DF
1971 – 1° Prêmio em Escultura – SEC/DF
1971 – 1° Prêmio em Desenho – SEC/DF
1972 – Menção Honrosa em Pintura – SEC/DF
1972 – 1° Prêmio em Escultura – SEC/DF
1972 – 1° Prêmio em Desenho – SEC/DF
1973 – 2° Prêmio em Pintura – SEC/DF
1973 – Menção do Júri Pelo Conjunto de Obras – SEC/DF
1974 – 1° Prêmio em Escultura – SEC/DF
1974 – 1° Prêmio em Pintura – SEC/DF
1974 – 1° Prêmio em Desenho – SEC/DF
1975 – 1° Prêmio em Pintura – SEC/DF
1975 – 1° Prêmio em Escultura – SEC/DF
1976 – 1° Prêmio em Desenho – SEC/DF
1976 – 1° Prêmio em Pintura – DF SEC/DF
1976 – 1° Prêmio em Escultura – SEC/DF
1976 – Prêmio Destaque Pelo Conjunto de Obras – SEC/

2 - PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS E COLETIVAS NO BRASIL

1973 - Galeria do Valença – Brasília – DF – Brasil.
1974 - Galeria Porta do Sol – Brasília – DF – Brasil.
1976 - Galeria Eucatexpo Brasília – Brasília – DF – Brasil.
1981 - Galeria da Aliança Francesa - Brasília – DF – Brasil.
1982 - Itaú Galeria de Arte Brasília - Brasília – DF – Brasil.
1990 - I Mostra de Arte Acadêmica do CEUB - Brasília – DF – Brasil.
- Cavalier Galeria de Arte. Brasília – Brasil.
1993 – 1º Bienal de Arte Contemporânea no DF de Ton MarMel. Evento simultâneo em dez galerias do Distrito Federal – Brasil.
- Secretaria de Estado de Cultura do Estado do Paraná – Curitiba - Brasil.
- Le Corbusier Galeria de Arte. Embaixada da França. Brasília – Brasil.
1995 – II Bienal de Arte Contemporânea no DF de Ton MarMel (intervenções Urbanas).
1996 – Galeria da Aliança Francesa – São Paulo – Brasil.
- Pintura Door – Intervenções Urbanas nas avenidas de acesso a XXI Bienal de Arte Internacional de São Paulo – Brasil.
1997 – Espaço Cultural do MEC- Ministério da Educação e Cultura. Brasília – DF – Brasil.
- Penúltima Bienal de Arte Contemporânea no DF de Ton MarMel – Mostra Virtual – Internet.
1998 – ARTE 444 – Fundação Nacional de Arte – FUNARTE - Brasília – DF – Brasil.
1999 – Galeria de Arte da TBV - Brasília – DF – Brasil.
2000 – Pop Art Pós Contemporânea – Última Bienal - Brasília – DF – Brasil.
2001 – Arte Século 21 – Galeria Rubem Valentim. Espaço Cultural Renato Russo. Brasília – DF – Brasil.
2003 – Museu de Arte de Brasília - Brasília – DF – Brasil.
- Secretaria de Cultura do Distrito Federal - Brasília – DF – Brasil.
- Espaço Cultural da Embaixada da Colômbia - Brasília – DF – Brasil.

3 - PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS

1978 - I Documento da Arte Contemporânea do DF
1979 – III Encontro dos Artistas Plásticos do DF
1980 - III Documenta de Arte Contemporânea do DF
1981 - III Salão Nacional de Artes Plásticas – RJ
- IV Expo – FAU / UMC – SP
- I Documento da Arte Contemporânea do Centro Oeste - DF
- I Expo – FAU / USP - SP
- I Salão da Aeronáutica – DF
- Salão da Marinha - DF
- V Encontro Nacional de Artistas Plásticas - DF
1982 – V Expo – FAU / UMC - SP
- II Expo – FAU / USP - SP
1983 – VI Expo FAU / UMC - SP
- III Expo – FAU / USP - SP
1984 – Salão Nacional de Artes Plásticas - GO
1985 - Salão Nacional de Artes Plásticas - RJ
1987 - I Salão de Artes Plásticas do Advogado - OAB / DF
- Salão de Artes Plásticas do Iate Clube / Brasília - DF

4 – EXPOSIÇÕES INTERNACIONAIS

1983 - Galeria Peace Corps - Universidade de Denver, CO/EUA
- Judge Gallery, Washigton, DC/EUA
- Galeria Lê Centre Inernational D”arte Contemporaine, Paris/França
1984 - Galeria do Moulin de la Gallete, Paris/França
1985 – Exposição Internacional Itinerante – Brasil, Iraque, Inglaterra, França.
1986 – Mostra de Artistas Brasileiros – Instituto Cultural Cabanas – México. Artistas brasileiros. Galeria Rafael Matos – Guadalajara – México.
1994 – Exposição Coletiva na Sede da UNESCO em Paris – França.
1995 – Exposição Internacional de Arte Postal. Jundiaí – Brasil.
1996 – Eleven Artists From Brasília – ABA Gallery. New York. Estados Unidos da América. Kaleidoscopes – Kavehaz Gallery Ccafé – New York – EUA.
1997 – Arte do Brasil Central - Boston. EUA.
1998 – Panorama da Arte Contemporânea Brasileira II – Berlim- Alemanha.

5 – SALAS ESPECIAIS

1984 – Sala especial do V Salão Naval de Artes Plásticas do DF - Brasília – DF – Brasil.
- Sala especial do IX Salão Brasília da Marinha - Brasília – DF – Brasil.B
1986 – Sala especial do Salão de Artes Plásticas do Exército - Brasília – DF – Brasil.
1987 – Sala especial doa I Exposição de Arte do CAPC. Brasília – DF – Brasil.
1990 – Artistas premiados Décadas 80/90 – Ministério da Marinha. Brasília – DF – Brasil.


A partir de 1997 MarMel teve intensa e diversificada produção em diversas áreas das artes, tais como cinema, design e outras, inclusive com participações no exterior, sendo o criador de diversas marcas e símbolos conhecidos nacionalmente, a exemplo do personagem Zé Gotinha que ilustra a Campanha de Vacinação Infantil do Ministério da Saúde, a logomarca da Embratel, e outras tantas.


PRÊMIOS E INDICAÇÕES

- Prêmio Aquisição no III Salão Naval de Artes Plásticas do DF - -Brasil
- Prêmio Viagem no I Salão de Artes Plásticas da Aeronáutica. Ministério Aeronáutica e Fundação Cultural do Distrito Federal- Brasília - Brasil
-  Prêmio Aquisição - VI Salão Brasília Marinhas - Brasília - Brasil
1982  – Prêmio Aquisição no IV Salão Naval de Artes Plásticas do DF
- Medalha de Bronze no VII Salão Brasília Marinhas - Brasil
- 1983 - Prêmio de Pintura - VI Salão de Artes Plásticas das Cidades do  DF. Fundação Cultural do Distrito Federal. Brasília - Brasil
- Medalha de bronze  - VIII Salão Brasília Marinhas- Brasil
1984 - Menção do Júri. Conjunto de Obras. VII Salão de Artes Plásticas das Cidades - Fundação Cultural do DF - Brasília - Brasil
1986 - Medalha de Bronze no I Salão da Fundação Zoobotânica do DF – Brsil.
1991 - Prêmio de Viagem à EUROPA, (Portugal, Espanha, França, Holanda, Bélgica, Alemanha, Suíça, Itália e Áustria), obtido com o 1° lugar. Casa Grande Galeria de Arte – Rio de Janeiro – Brasil.
1992 - Prêmio Imagem - Concurso Nacional do Centro Cultural da Caixa Econômica Federal sobre o tema: Pintou o Natal. Brasília - Brasil
- Primeiro Lugar, do Concurso de Pintura da LISTEL Brasília – DF.
- Terceiro Lugar no Concurso de Capa de Livro, Federação Nacional de Medicina - Brasília - Brasil.
1994 - - Indicado na categoria de PINTURA no 11 Prêmio - Fundação Comunidade. Brasília - Brasil
- Indicado como Personalidade Cultural do Ano de 1994, em Brasília - DF
- Indicado como Destaque Cultural de Brasília - Departamento Cultural da CAESB – Brasília - DF
1998 – “Primus Inter Pares". Câmara do Livro e Fundação de Incentivo à Cultura no DF.
2000 – Comenda Cultural do DF. Secretaria de Cultura do DF.

BIBLIOGRAFIA

- Anuário Latino Americano de Las Artes Plásticas - Correo Editorial-1986.
- Panorama da Arte Contemporânea, Narcizo Martins -1986.
- Art Trade International. Narcizo Martins -Adrian Publishers -1993.
- Os Vários Perfis da Arte Brasileira - Ledy Mendes Gonzalez - RBM E Revistas e jornais: Revista Gente 1990; Revista Rádio Táxi n 06, 4a capa; Revista COFI  Filatélico n. 88; Revista Novidades em Brasília 1982/85; Revista João de Barro; Correio Brasiliense; Jornal de Brasília; O Popular; Correio do Brasil; Jornal de Brasília; O Estado de São Paulo; O Estado de Minas; Jornal do Brasil; Notícia; A Folha SP; Última Hora; Vanguarda de Brasília; Jornal Gente; José Jornal da Semana Inteira; Guia das Artes; JS Aracaju-SE; Fibras Unidas - SP; BSB Brasil; BSB Brasília; Jornal Novo Tempo; Jornal do Clube de Engenharia; Comunidade; Folha da Serra; Jornal Saída Norte; Conselho Federal de Psicologia. Gazeta Mercantil - DF; Jornal Indústria Comércio - Correio de Notícia; O Estado do Para e muitos outros.


REFERÊNCIAS CRÍTICAS

Alberto Beauttenmüller, Ari Pararraios, Anselmo Rodrigues, Aparecida Ramos, Brasigóis Felício, Cristina Gutenberg, Celina Kaufam, Guillermo Jonatra Macedo, Josélia Costandrade, Rubens Araújo, José Santiago, Marba Furtado, Mar' Stela Tristão, Paulo lolovitch, Luiz Henrique Cravo Rizzo, Valmyr Ayala e outros.


ACERVOS

Centro Cultural Brasil Espanha – DF.
Fundação Rômulo Maiorana - Belém, Pará.
Fundação Jaime Câmara – GO.
Instituto Cultural ltaú – SP.
Hospital Regional de Sobradinho
Blue Tree Park Hotel
Ed. Number One.
SQN 314 Ed. Eldorado.
Museu de Artes Plásticas de Anápolis – GO.
Clube do Trabalhador - SESI Sobradinho.
Q. 17 BlocoA Ed. Mariana - Sobradinho – DF.
Centro Cultural da Caixa - Brasília – DF.
Centro Cultural da Câmara dos Deputados.
Museu de Arte de Brasília – MAB.
Ministério da Marinha – DF.
Museu de Pintura Primitiva de Assis - São Paulo.
Ordem dos Advogados do Brasil – OAB – DF.
Coleções particulares em outros estados e outros países (França; Colômbia, Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Japão, Bélgica entre outros).

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