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Bem vinda(o) à página de Ton MarMel, Artista Visual, que desde criança manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, recebeu inúmeros prêmios, participou de dezenas de salões de artes, exposições INDIVIDUAIS no Brasil e exterior, é Advogado, doutor em Direito Público há mais de 15 anos, que tem a missão de oferecer obras de artes, serviços artísticos experientes e conhecimentos de excelência com criatividade, segurança e eficiência, inclusive para ASESSESSORIA ARTÍSTICA, CONSULTORIA ON LINE.  (º--º)  Meu trabalho é conhecido e reconhecido por várias pessoas físicas e jurídicas pois presto serviços e ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS E EM GRUPOS, inclusive como PALESTRANTE sobre arte social, direito, projetos sociais de relevância, desenvolvimento pessoal, motivação, empoderamento, liberdade emocional.



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terça-feira, fevereiro 26, 2013

AQUI JAZ O AMOR E UMA CABANA

(Um amor e uma cabana, por #TonMarMel)


Sem choro nem vela: A prática da teoria. Fácil dizer. Difícil fazer e aceitar.

Tem coisas que no rascunho do papel são ótimas... Mas no cotidiano é cada vez mais difícil... Principalmente no mundo materialista.


Ton MarMel

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

OS DERVIXES E O GALO (SARNEY E RENAN "ENCALHEIROS")

 (#TonMarMel)
“Conta-se que um dervixe, ao regressar de uma peregrinação, se hospedou na choupana de um camponês que o acolheu com grande cordialidade.
Uma semana depois, a mulher do camponês lhe disse:
- Homem, manda embora esse dervixe (dervixe é um religioso mulçumano). Se ele continuar a comer tanto, deixa-nos na miséria.
Respondeu o marido:
- Não posso fazer tal coisa, mulher; seria pecado expulsar de casa um homem tão santo e virtuoso!
Decorrida outra semana, a mulher voltou a insistir.
-Manda embora o dervixe. Já não há o que comer em casa.

À vista disso, o camponês resolveu-se a despedir o hóspede importuno. Encontrou-o no jardim, descansando em branda relva, absorto em profunda meditação.
Disse-lhe:
- Rendo-te, senhor, graças pela visita que fizeste ao meu humilde tugúrio (cabana). É justo, porém, que outros gozem também de semelhante honra. Já comemos as últimas tâmaras.
  
O santo homem inclinou a cabeça e respondeu:
-Pois sim, meu filho. Longe de mim a idéia de querer abusar da tua hospitalidade. Acorda-me amanhã ao romper do dia, para continuar a sagrada viagem.
Na manhã seguinte, quando as estrelas se apagavam no céu, o camponês foi despertar o dervixe. Sacudiu-o pelo ombro a fim de arrancá-lo do sono:
- Levanta-te, meu bom amigo, que o galo já cantou!
Exclamou o dervixe:
- Oh! ainda tens um galo!...
  
E virando-se para o outro lado, continuou a dormir...”

..........................
 Moral da estória: Enquanto houver um galo a ser comido não se larga a rapadura. (O Dervixe e o Galo: Conto infantil atribuído ao famoso escritor brasileiro de nome Julio Cesar de Melo e Sousa, conhecido pelo pseudônimo de Malba Tahan, autor consagrado de O Homem que Calculava e dezenas de outras obras).

Ton MarMel.