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Bem vinda(o) à página de Ton MarMel, Artista Visual, que desde criança manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, recebeu inúmeros prêmios, participou de dezenas de salões de artes, exposições INDIVIDUAIS no Brasil e exterior, é Advogado, doutor em Direito Público há mais de 15 anos, que tem a missão de oferecer obras de artes, serviços artísticos experientes e conhecimentos de excelência com criatividade, segurança e eficiência, inclusive para ASESSESSORIA ARTÍSTICA, CONSULTORIA ON LINE.  (º--º)  Meu trabalho é conhecido e reconhecido por várias pessoas físicas e jurídicas pois presto serviços e ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS E EM GRUPOS, inclusive como PALESTRANTE sobre arte social, direito, projetos sociais de relevância, desenvolvimento pessoal, motivação, empoderamento, liberdade emocional.



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sábado, fevereiro 26, 2011

BIBLIOTECA POPULAR 24 HORAS POR DIA EM BRASÍLIA


 POPULAR 24 HORAS POR DIA
Por Francisca Azevedo   

BIBLIOTECA

Dois Anos da PARADA CULTURAL - Biblioteca Popular
Projeto das Bibliotecas Nos pontos de Ônibus Completa hum Ano de existencia com 35 Bibliotecas e Mais de mil empréstimos POR dia
No dia 21 de junho, a Iniciativa fazer açougueiro Que Aprendeu a LER AOS 16 años, Luiz Amorim, de colocar Livros Nos pontos de Ônibus e promover Viagens Infinitamente Mais Longas, completará Dois Anos com muitos Motivos Para comemorar.
A Parada Cultural Conta com o Apoio USUARIA Comunidade da integrante do coletivo Transporte, Que TEM demonstrado Grandes Exemplos de cidadania, e com Importantes Instituições apoiadoras, Tais Como: Petrobras, Embaixada Espanha, Unesco, Embaixada da Austrália, Administração de Brasília e Biblioteca Demonstrativa de Brasília.
Com o patrocínio do Cartão BRB o Projeto passará parágrafo UMA nova fase. TODAS como estantes de Livros Serao substituídas POR Prateleiras Fechadas, iluminadas, preservando OS Livros dos efeitos do Tempo.
O Projeto Parada Cultural - Biblioteca Popular 24 Horas E UMA Iniciativa visa that incentivar à Leitura AOS Usuários do Transporte Coletivo, cuja grande maioria de e moradora de Cidades vizinhas de Brasília e de: Não freqüentam Bibliotecas.



Como funciona

Como Bibliotecas estao instalados NAS Próprias Paradas de Ônibus de Toda a Avenidade W3 Norte em Brasília e emprestam Livros um QUALQUÉR Cidadão SEM exigir Documentos NEM preenchimento de algum cadastro. Os Livros estao acondicionados Dentro de hum Armário-estante, especialmente Projetados parágrafo Este FIM, E los Prateleiras Abertas. 

Alguns ligações com materias SOBRE Este Projeto:
Correio Braziliense - 31/01/08 -  http://divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm ? data = 20080131; ateria = 1387 & amp; Seção = Programe-se & amp
Jornal Nacional - 02/08/07 - Idéia aproxima original como PESSOAS da Leitura no DF -  http://jornalnacional.globo.com/Jornalismo/JN/0,,AA1602177-3586-709740,00.html

Vida urbana - Reportagem capa do Caderno Cidades
fazer Correio Braziliense los 19/06/07.

Jornal Última Atualização (17 de dezembro de 2010)
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Açougue: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF CEP 70,765-520 
Tel: +55 (61) 3274-1665

LEMBRANÇAS INESQUECÍVEIS NA VERSÃO ORIGINAL



Era uma vez, numa pequena cidade às margens da floresta, uma menina de olhos negros e louros cabelos cacheados, tão graciosa quanto valiosa.
Um dia, com um retalho detecido vermelho, sua mãe costurou para ela uma curta capa com capuz; ficou uma belezinha, combinando muito bem com os cabelos louros e os olhos negros da menina. Daquele dia em diante, a menina não quis mais saber de vestir outra roupa, senão aquela e, com o tempo, os moradores da vila passaram a chamá-la de “Chapeuzinho Vermelho”. 
Além da mãe, Chapeuzinho Vermelho não tinha outros parentes, a não ser uma avó bem velhinha, que nem conseguia mais sair de casa. Morava numa casinha, no interior da mata. 
De vez em quando ia lá visitá-la com sua mãe, e sempre levavam alguns mantimentos.
Um dia, a mãe da menina preparou algumas broas das quais a avó gostava muito mas, quando acabou de assar os quitutes, estava tão cansada que não tinha mais ânimo para andar pela floresta e levá-las para a velhinha. 
Então, chamou a filha: 
— Chapeuzinho Vermelho, vá levar estas broinhas para a vovó, ela gostará muito. Disseram-me que há alguns dias ela não passa bem e, com certeza, não tem vontade de cozinhar. 
— Vou agora mesmo, mamãe. 
— Tome cuidado, não pare para conversar com ninguém e vá direitinho, sem desviar do caminho certo. Há muitos perigos na floresta! 
— Tomarei cuidado, mamãe, não se preocupe. A mãe arrumou as broas em um cesto e colocou também um pote de geléia e um tablete de manteiga. A vovó gostava de comer as broinhas com manteiga fresquinha e geléia. 
Chapeuzinho Vermelho pegou o cesto e foi embora. A mata era cerrada e escura. No meio das árvores somente se ouvia o chilrear de alguns pássaros e, ao longe, o ruído dos machados dos lenhadores. 
A menina ia por uma trilha quando, de repente, apareceu-lhe na frente um lobo enorme, de pêlo escuro e olhos brilhantes. 
Olhando para aquela linda menina, o lobo pensou que ela devia ser macia e saborosa. Queria mesmo devorá-la num bocado só. Mas não teve coragem, temendo os cortadores de lenha que poderiam ouvir os gritos da vítima. Por isso, decidiu usar de astúcia. 
— Bom dia, linda menina — disse com voz doce. 
— Bom dia — respondeu Chapeuzinho Vermelho. 
— Qual é seu nome? 
— Chapeuzinho Vermelho
. — Um nome bem certinho para você. Mas diga-me, Chapeuzinho Vermelho, onde está indo assim tão só? 
— Vou visitar minha avó, que não está muito bem de saúde. 
— Muito bem! E onde mora sua avó? 
— Mais além, no interior da mata. 
— Explique melhor, Chapeuzinho Vermelho. 
— Numa casinha com as venezianas verdes, logo29 após o velho engenho de açúcar. 
O lobo teve uma idéia e propôs: 
— Gostaria de ir também visitar sua avó doente. Vamos fazer uma aposta, para ver quem chega primeiro. Eu irei por aquele atalho lá abaixo, e você poderá seguir por este. Chapeuzinho Vermelho aceitou a proposta. 
— Um, dois, três, e já! — gritou o lobo. 
Conhecendo a floresta tão bem quanto seu nariz, o lobo escolhera para ele o trajeto mais breve, e não demorou muito para alcançar a casinha da vovó. 
Bateu à porta o mais delicadamente possível, com suas enormes patas. 
— Quem é? — perguntou a avó. 
O lobo fez uma vozinha doce, doce, para responder: 
— Sou eu, sua netinha, vovó. Trago broas feitas em casa, um vidro de geléia e manteiga fresca. 
A boa velhinha, que ainda estava deitada, respondeu: 
— Puxe a tranca, e a porta se abrirá. 
O lobo entrou, chegou ao meio do quarto com um só pulo e devorou a pobre vovozinha, antes que ela pudesse gritar. 
Em seguida, fechou a porta. Enfiou-se embaixo das cobertas e ficou à espera de Chapeuzinho Vermelho. A essa altura, Chapeuzinho Vermelho já tinha esquecido do lobo e da aposta sobre quem chegaria primeiro. Ia andando devagar pelo atalho, parando aqui e acolá: ora era atraída por uma árvore carregada de pitangas, ora ficava observando o vôo de uma borboleta, ou ainda um ágil esquilo. Parou um pouco para colher um maço de flores do campo, encantou-se a observar uma procissão de formigas e correu atrás de uma joaninha. 
Finalmente, chegou à casa da vovó e bateu de leve na porta. 
— Quem está aí? — perguntou o lobo, esquecendo de disfarçar a voz. 
Chapeuzinho Vermelho se espantou um pouco com a voz rouca, mas pensou que fosse porque a vovó ainda estava gripada. 
— É Chapeuzinho Vermelho, sua netinha. Estou trazendo broinhas, um pote de geléia e manteiga bem fresquinha! 
Mas aí o lobo se lembrou de afinar a voz cavernosa antes de responder: 
— Puxe o trinco, e a porta se abrirá. 
— Chapeuzinho Vermelho puxou o trinco e abriu a porta. 
O lobo estava escondido, embaixo das cobertas, só deixando aparecer a touca que a vovó usava para dormir. 
Coloque as broinhas, a geléia e a manteiga no armário, minha querida netinha, e venha aqui até a minha cama. Tenho muito frio, e você me ajudará a me aquecer um pouquinho. 
Chapeuzinho Vermelho obedeceu e se enfiou embaixo das cobertas. Mas estranhou o aspecto da avó. Antes de tudo, estava muito peluda! Seria efeito da doença? E foi reparando: 
— Oh, vovozinha, que braços longos você tem! 
— São para abraçá-la melhor, minha querida menina! 
— Oh, vovozinha, que olhos grandes você tem! 
— São para enxergar também no escuro, minha menina! 
— Oh, vovozinha, que orelhas compridas você tem! 
— São para ouvir tudo, queridinha! 
— Oh, vovozinha, que boca enorme você tem! 
— É para engolir você melhor!!! 
Assim dizendo, o lobo mau deu um pulo e, num movimento só, comeu a pobre Chapeuzinho Vermelho. 

— Agora estou realmente satisfeito — resmungou o lobo. Estou até com vontade de tirar uma soneca, antes de retomar meu caminho. 
Voltou a se enfiar embaixo das cobertas, bem quentinho. Fechou os olhos e, depois de alguns minutos, já roncava. E como roncava! Uma britadeira teria feito menos barulho. 
Algumas horas mais tarde, um caçador passou em frente à casa da vovó, ouviu o barulho e pensou: “Olha só como a velhinha ronca! Estará passando mal!? Vou dar uma espiada.” 
Abriu a porta, chegou perto da cama e… quem ele viu? 
O lobo, que dormia como uma pedra, com uma enorme barriga parecendo um grande balão! 
O caçador ficou bem satisfeito. Há muito tempo estava procurando esse lobo, que já matara muitas ovelhas e cabritinhos. 
— Afinal você está aqui, velho malandro! Sua carreira terminou. Já vai ver! 
Enfiou os cartuchos na espingarda e estava pronto para31 atirar, mas então lhe pareceu que a barriga do lobo estava se mexendo e pensou: “Aposto que este danado comeu a vovó, sem nem ter o trabalho de mastigá-la! Se foi isso, talvez eu ainda possa ajudar!”. 
Guardou a espingarda, pegou a tesoura e, bem devagar, bem de leve, começou a cortar a barriga do lobo ainda adormecido. 
Na primeira tesourada, apareceu um pedaço de pano vermelho, na segunda, uma cabecinha loura, na terceira, Chapeuzinho Vermelho pulou fora. 
— Obrigada, senhor caçador, agradeço muito por ter me libertado. Estava tão apertado lá dentro, e tão escuro… Faça outro pequeno corte, por favor, assim poderá libertar minha avó, que o lobo comeu antes de mim. 
O caçador recomeçou seu trabalho com a tesoura, e da barriga do lobo saiu também a vovó, um pouco estonteada, meio sufocada, mas viva. 
— E agora? — perguntou o caçador. — Temos de castigar esse bicho como ele merece! 
Chapeuzinho Vermelho foi correndo até a beira do córrego e apanhou uma grande quantidade de pedras redondas e lisas. Entregou-as ao caçador que arrumou tudo bem direitinho, dentro da barriga do lobo, antes de costurar os cortes que havia feito. 
Em seguida, os três saíram da casa, se esconderam entre as árvores e aguardaram.
Mais tarde, o lobo acordou com um peso estranho no estômago. Teria sido indigesta a vovó? Pulou da cama e foi beber água no córrego, mas as pedras pesavam tanto que, quando se abaixou, ele caiu na água e ficou preso no fundo do córrego. 
O caçador foi embora contente e a vovó comeu com gosto as broinhas. Chapeuzinho Vermelho prometeu a si mesma nunca mais esquecer os conselhos da mamãe: “Não pare para conversar com ninguém, e vá em frente pelo seu — caminho”

ENFIM, BOAS RECORDAÇÕES.... ABRAÇOS. MARMEL

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

PARA + NINFAS

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A MAIOR PROVA DE ESPIRITUALIDADE NÃO RESULTA DE LONGAS MEDITAÇÕES OU CONTEMPLAÇÕES MÍSTICAS, MAS DO ESFORÇO PARA COLOCAR EM PRÁTICA TODAS AS VIRTUDES QUE SÃO SABIDAMENTE ESPIRITUAIS, POIS O ESPÍRITO É PRAGMÁTICO E NA MENTE ESTÁ O SEXTO SENTIDO.










POR ISSO QUE...  
"De todo o meu passado
Boas e más recordações
Quero viver meu presente

E lembrar tudo depois...
Nessa vida passageira
Eu sou eu, você é você
Isso é o que mais me agrada
Isso é o que me faz dizer...
Que vejo flores em você!..."


E APESAR DOS PESARES E DOS PENARES... 

"Toda mulher gosta de rosas
E rosas e rosas
Muitas vezes são vermelhas
Mas sempre são rosas..." 


... E ISSO ME IMPORTA E JUSTIFICA ESTA INTENÇÃO. AFINAL, SE NÃO FOSSEM AS MULHERES EU NÃO ESTARIA VIVO, E VIVO PORQUE AS AMO, E AMO VIDA ESPECIALMENTE.