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Bem vinda(o) à página de Ton MarMel, Artista Visual, que desde criança manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, recebeu inúmeros prêmios, participou de dezenas de salões de artes, exposições INDIVIDUAIS no Brasil e exterior, é Advogado, doutor em Direito Público há mais de 15 anos, que tem a missão de oferecer obras de artes, serviços artísticos experientes e conhecimentos de excelência com criatividade, segurança e eficiência, inclusive para ASESSESSORIA ARTÍSTICA, CONSULTORIA ON LINE.  (º--º)  Meu trabalho é conhecido e reconhecido por várias pessoas físicas e jurídicas pois presto serviços e ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS E EM GRUPOS, inclusive como PALESTRANTE sobre arte social, direito, projetos sociais de relevância, desenvolvimento pessoal, motivação, empoderamento, liberdade emocional.



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quarta-feira, janeiro 27, 2016

PEDINDO DESCULPAS

Se vai continuar fazendo a mesma coisa pela qual está se desculpando, melhor não se desculpar e assumir que vai continuar cometendo o mesmo erro. Assim serás menos hipócrita. ___ É ou não é, gente boa?!





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sábado, janeiro 16, 2016

VIVENDO COMO FLORES

Recentemente, li uma frase que dizia: "Todo artista molha seus pincéis em sua alma, e pinta sua própria natureza", que me fez refletir em como estamos ficando fúteis e nossa existência tornando-se cada vez mais superficial.

Foto de pintura óleo sobre tela, pertencente à subsérie Elementais, FLOR DA TERRA, 80x120cm – Ton MarMel.

Diariamente, recebo mensagens em minha caixa postal, que refletem claramente a banalização do sofrimento alheio.

Encontro pessoas recém-formadas, perdidas num horizonte sem sonhos, vivendo apenas de seus pesadelos cotidianos. O egoísmo e a falta de sensibilidade de nossos pares estão alarmantes.

Poderia continuar enumerando dezenas, talvez centenas de motivos e razões para demonstrar como a vida está ruim e contaminar os leitores com essa imensa tristeza e derrotismo. Algo semelhante ao que fazem diariamente nossos jornais, mas eu acredito que a atitude das pessoas perante os estímulos externos é que faz a diferença - isso é a verdadeira motivação, encontrar uma causa para continuar sorrindo, enquanto todos choram, pois a felicidade não está em viver, mas em saber viver.

Não vive mais o que mais vive, mas o que melhor vive, porque a vida não mede o tempo, mas o emprego que dele é feito.

Aprenda a construir seu próprio jardim.

"É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe".

Viver como as flores

- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.

- Pois viva como as flores, advertiu o mestre.

- Como é viver como as flores? perguntou o discípulo.

- Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora.

Isso é viver como as flores.

  
Grato por sua leitura! Sou o Ton MarMel. Sou Jurista, Advogado Pós-graduado, Artista Visual, Arquiteto da própria vida detentor de dezenas de prêmios. PARA MAIORES INFORMAÇÕES MUITO ALÉM DA VIDA NO FACEBOOK CONSULTE ALGUNS SITES:
MarMel Jurista..... http://antoniomartinsmelo-advogado.blogspot.com.br/
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segunda-feira, janeiro 11, 2016

TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS

Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.


Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido/quebrado numa viatura abandonada transmite uma idéia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura so fre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Partidas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves.Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pesso as forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às norm as de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinqüente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos.

A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.

Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.
Reflita sobre isso!
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Grato por sua leitura! Sou o Ton MarMel, mas pode me chamar de Antônio Melo. Sou Jurista, Advogado Pós-graduado, Artista Visual, Arquiteto da própria vida detentor de dezenas de prêmios.
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sexta-feira, janeiro 08, 2016

ÁRVORE GENEALÓGICA DE TON MARMEL

FAMÍLIA: PORQUE AS RAÍZES PODEM SER VÁRIAS, MAS A ÁRVORE É UMA SÓ – Assim, tenhas orgulho do seu nome. Ele define você. É a sua identidade, sua marca no mundo. O seu nome carrega uma história que é só sua! Ninguém pode apagar, nem hoje, nem amanhã, nem nunca! Porque só existe um de você! Só existe um de nós! E é isso que importa no final! ENTÃO, QUE A SUA HISTÓRIA SEJA ÚNICA!

Capas da 2ª e 3ª edições dos livros sobre a Árvore Genealógica de Ton MarMel

“Se nem toda a genealogia tem o mesmo valor em face da história, perante a sociologia toda ela tem valor, e isto é o que importante não esquecer”.

DADOS GENEALÓGICOS DA FAMÍLIA MARTINS DE SOUZA ROCHA
1ª EDIÇÃO – JUNHO DE 1954
2ª EDIÇÃO – ABRIL DE 1985
3ª EDIÇÃO – JULHO DE 1999
Também constante de sitio de internet, mais atualizado.

Desde o primeiro imigrante, por volta de 1745, vários outros vieram e espalharam-se pelos vários rincões e Estados do Brasil. Muitas são as áreas e profissões em que se destacam os membros da família Martins e Rocha; seja como empresário, fazendeiro, seja atuando como Governadores de Estados e Prefeitos, seja como Membros na Câmara e Senado Federal, membros de Assembleia Legislativa em vários Estados, seja no Alto Clero da Igreja, seja como advogado, juízes, promotores e jurisconsulto do porte histórico de Clóvis Beviláqua (autor do anteprojeto que resultou no Código Civil Brasileiro de 1916, em vigor até recentemente), seja até mesmo como parente de ex-Presidente da República do Brasil; seja como poetas, escritores, médicos, advogados, seja como eu, Antonio (Ton MarMel) que passei a figurar neste registro genealógico a partir da 2ª EDIÇÃO.

Seja como for, é interessante saber de suas origens: DE ONDE VIEMOS, QUEM SOMOS, O QUE QUEREMOS, COMO FAZEMOS, POR QUE FAZEMOS. E estas perguntas estão todas respondidas nesses livros que levaram exaustivos trabalhos de décadas para serem concluídos.

“NÃO foi por vaidade que se nos demos ao afanoso trabalho de coligir e publicar os apontamentos genealógicos da família Rocha, à qual temos a honra de pertencer.

Desde novo, - tradicionalista que somos, amante das coisas velhas e bolorentas do passado, - começamos de nos interessar por tais assuntos, chegando, por fim, a ter deles alguns conhecimentos. E, para não perdê-los tão depressa como as bolhas de sabão, desejosos de transmiti-los às gerações presentes e porvindoiras, tornando-os de fácil alcance aos descendentes de Manuel Alves da Rocha, é que resolvemos editar o presente trabalho.

Sabemos que a mór parte de nossa gente pouco liga e, via de regra, menospreza as velharias. Mas, felizmente, inda há os que delas tomam conhecimento, os que as levam a sério, posto que em reduzida escala. Daí a razão por que nos afoitamos a enfeixar nesta publicação as notas que, muito tempo faz, vimos guardando.

Não temos a estulta pretensão de ter realizado obra perfeita. Ao contrário: sabêmo-Ia plena de falhas, eivada de senões e lacunas. Nela, porém, não trabalhou a fantasia. As fontes de rebuscas foram os cartórios, os arquivos públicos, os arquivos de família, as publicações congêneres e as informações orais, ouvidas de pessoas idôneas e cuidadosamente anotadas. Estas, naturalmente, são mais passíveis de engano.”

Cordialmente,

Ton MarMel

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AGRADECIMENTO: Grato por sua leitura! Sou o Ton MarMel, mas pode me chamar de Antônio Melo. Sou Jurista, Advogado Pós-graduado, Artista Visual, Arquiteto da própria vida detentor de dezenas de prêmios.
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quarta-feira, janeiro 06, 2016

NÃO DESISTA DE SEUS SONHOS

Eu estava andando nos corredores do Supremo Tribunal Federal e no Tribunal Regional Federal em Brasília e automaticamente comecei a observar os transeuntes que por mim passavam...

(NA FOTO: Meu avô, Themistocles Martins de Souza Rocha. Tabelião. Promotor Público. Poeta. Pai exemplar de doze (12) filhos. Em sua homenagem existem algumas ruas e estrada federal Brasil afora)

Cada dia que passa vejo mais pessoas desistindo de seus sonhos. Na rua, às vezes, fico observando todo mundo que passa e consigo separar, só em olhar, aqueles que já abandonaram seus sonhos ou desistiram de lutar por eles. Não é muito difícil identificá-los - basta fixar em seus olhos -, todos perderam aquele sinal característico dos sonhadores - os olhos brilhantes, apaixonados e teimosos -, seus olhos passaram a ser opacos e introspectivos, revelando um enorme vazio.
Preocupa-me muito esse aumento desenfreado de realistas e céticos, que perderam sua paixão e seu amor, e, pior ainda, como estão conseguindo contaminar outras pessoas tão rapidamente.
Nós temos que detê-los, pois o mundo e a humanidade evoluem graças aos sonhos.
Temos de nos lembrar que tudo que foi e está sendo realizado e construído na terra foi antes uma fagulha que incendiou a cabeça de alguém, culminando com a realização de um grande sonho, uma grande paixão, um desejo, uma família.
Se essas pessoas tivessem desistido, muitas coisas seriam diferentes no nosso dia-a-dia.
Você consegue imaginar o mundo sem a luz elétrica, o telefone, o automóvel? Foram pessoas como nós, que um dia vislumbraram a possibilidade de obtê-los ou construí-los e passaram praticamente a vida inteira lutando para concretizar suas visões, seus sonhos, suas paixões.

E quantas vezes foram chamados de loucos ou foram ridicularizados, quando uma experiência não dava certo. Mesmo assim não desistiram.
Não desista, volte a sonhar! Não abandone seus sonhos! Não perca seus sonhos de vista! E, claro, REALIZE SEUS SONHOS.
"Se você pode sonhar, pode fazer". (Walt Disney).
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Muito prazer! Sou o Ton MarMel, mas pode me chamar de Antônio Melo. Sou Jurista, Advogado Pós-graduado, Artista Visual, Arquiteto da própria vida detentor de dezenas de prêmios.
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