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Quem é Ton MarMel

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Brasília, DF, Brazil
Com uma trajetória marcada pela vocação precoce, Antonio Martins Melo (Ton Marmel) transforma sua paixão infante por pintura, desenho e escultura em uma poética visual contemporânea. Advogado pós-graduado, traz o rigor técnico para a liberdade consolidada em salões, exposições individuais e coletivas reconhecidos por diversos prêmios. Currículo plataforma Lattes - CNPQ do governo do Brasil, https://lattes.cnpq.br/079869069679113

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quarta-feira, dezembro 09, 2015

CORAGEM PARA REALIZAR INDEPENDENTE DE OPINIÕES ALHEIAS

Quantas vezes culpamos os outros por algumas “coisas" que deixamos de fazer na vida, sendo que, na realidade, foi nosso próprio medo ou nossa posição confortável que nos impedira de realizá-las. Infelizmente, não podemos mudar o passado, mas podemos mudar o futuro. Então, esqueçamos as lamentações do passado e comecemos, a partir de agora, a agir diferentemente e fazer as "coisas" que queremos na vida, do jeito que as idealizamos. Ou, então, paremos de reclamar, se não tivermos coragem.


Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer quando poderíamos ter feito, quando deveríamos ter feito e não fizemos muitas vezes por havermos dado ouvidos a opinião alheia, que - como o nome já diz - é opinião alheia, é o pensamento dos outros, segundo os interesses dos outros, a formação dos outros, os desejos escondidos dos outros que além de não serem os nossos pensamentos e desejos, na maioria absoluta das vezes, atenderá simplesmente os desejos e caprichos dos outros que, na realidade, não estão interessados no nosso bem estar, em nossa felicidade, mas que são apenas e unicamente a vontade do outro, o interesse do outro em subjugar nossa vontade para satisfazer a vontade alheia.

Quanto a isso, lembro de um texto que foi abordado pelo Paulo Coelho em seu livro Maktub que é mais ou menos o seguinte...

Numa cidade houve uma apresentação de um balé muito famoso, internacionalmente, e fizeram uma seleção de meninas para ganhar uma bolsa e com eles viajar e se apresentar.

Uma menina, que sonhava ser bailarina, foi até a seleção e, chegando lá, a pessoa encarregada disse-lhe que ela jamais seria uma bailarina. A menina voltou para casa, triste e amargurada.

Passaram-se muitos anos, ela casou-se, teve filhos, mas sempre foi uma pessoa muito triste, por não ter conseguido realizar seu sonho.

Novamente o balé voltou à cidade. Ela foi assistir à apresentação e encontrou com a mesma pessoa que fazia a seleção, agora já um senhor. Muito amargurada, confessou-lhe:
- Por sua causa, hoje sou infeliz!

Ele não entendeu o porquê e ela lhe contou sua história. O senhor lhe respondeu:
- Eu não tenho culpa de sua infelicidade, mas posso lhe afirmar que você jamais seria uma bailarina, pois nos primeiros obstáculos você simplesmente desistiu.



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