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Bem vinda(o) à página de Ton MarMel, Artista Visual, que desde criança manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, recebeu inúmeros prêmios, participou de dezenas de salões de artes, exposições INDIVIDUAIS no Brasil e exterior, é Advogado, doutor em Direito Público há mais de 15 anos, que tem a missão de oferecer obras de artes, serviços artísticos experientes e conhecimentos de excelência com criatividade, segurança e eficiência, inclusive para ASESSESSORIA ARTÍSTICA, CONSULTORIA ON LINE.  (º--º)  Meu trabalho é conhecido e reconhecido por várias pessoas físicas e jurídicas pois presto serviços e ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS E EM GRUPOS, inclusive como PALESTRANTE sobre arte social, direito, projetos sociais de relevância, desenvolvimento pessoal, motivação, empoderamento, liberdade emocional.



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terça-feira, fevereiro 23, 2016

O PODER DA DETERMINAÇÃO

Quantas vezes você já desistiu de algo só porque as pessoas lhe disseram que aquilo não era possível? Achamos muito interessante essa covardia que as pessoas têm, levando-as acreditar muito mais nas palavras dos outros do que nas delas mesmas. Afinal, você já parou para pensar por alguns instantes em quem está no comando da sua vida? Você ou os outros?

"Determine que algo pode e deve ser jeito e, então, você achará o caminho para fazê-Ia". (Abraham Lincoln).
A casinha de uma escola rural era aqueci da por um velho e bojudo forno a carvão. Um garotinho tinha a função de ir mais cedo à escola, todos os dias, para acender o fogo e aquecer recinto, antes que a professora e seus colegas chegassem.
Certa manhã, eles chegaram e encontraram a escola engolida pelas chamas. Retiraram o garotinho inconsciente do prédio em chamas, mais morto do que vivo. Tinha queimaduras profundas na parte inferior do corpo e foi levado para o hospital do município vizinho. De seu leito, o semiconsciente e pavorosamente queimado garotinho ouviu ao longe o médico que conversava com sua mãe. O médico dizia a ela que seu filho seguramente morreria - o que, na realidade, até seria melhor -, pois o terrível fogo devastara a parte inferior de seu corpo.
Porém, o bravo garotinho não queria morrer. Ele se convenceu de que sobreviveria. De alguma maneira, ele realmente sobreviveu. Quando o risco de morte havia passado, ele novamente ouviu o médico e sua mãe falando baixinho. A mãe foi informada de que, uma vez que o fogo destruíra tantos músculos na parte inferior de seu corpo, quase teria sido melhor que ele houvesse morrido, já que estava condenado a ser eternamente inválido e não fazer uso algum de seus membros inferiores.
Mais uma vez o bravo garotinho tomou uma decisão. Não seria inválido. Ele andaria. Mas, infelizmente, da cintura para baixo, não tinha nenhuma capacidade motora. Suas pernas finas pendiam inertes, quase sem vida.
Finalmente, ele teve alta do hospital. Todos os dias sua mãe massageava suas perninhas, mas não havia sensação, controle, nada. Ainda assim, sua determinação de andar era mais forte do que nunca. Quando ele não estava na cama, ficava confinado a uma cadeira de rodas.
Num dia ensolarado, sua mãe o conduziu até o quintal, para tomar um pouco de ar fresco. Nesse dia, ao invés de ficar sentado na cadeira, ele se jogou no chão. Arrastou-se pela grama, puxando as pernas atrás de si. Arrastou-se até a cerca de estacas brancas que limitava o terreno. Com grande esforço, levantou-se, apoiando-se na cerca. E então, estaca por estaca, começou a arrastar-se ao longo da cerca, decidido' a andar. Começou a fazer isso todos os dias, até que um caminho se formou ao lado da cerca e em volta de todo o quintal. Não havia nada que ele desejasse mais do que dar vida àquelas pernas.
Finalmente, com as massagens diárias, com sua persistência de ferro e com sua resoluta determinação, ele foi capaz de ficar em pé, depois de andar mancando e, então, de andar sozinho. Mais tarde, de correr.
Começou a caminhar para a escola, depois passou a correr para a escola, e a correr, pura e simplesmente, pela alegria de correr. Na faculdade, integrou o time de corrida com obstáculos. Depois, no Madison Square Garden, aquele rapaz sem esperanças de sobreviver, que seguramente não andaria nunca mais e que jamais poderia esperar correr - aquele rapaz determinado, o Dr. Glenn Cunningham, foi o corredor mais rápido do mundo na corrida de uma milha!
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