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Quem é Ton MarMel

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Brasília, DF, Brazil
Com uma trajetória marcada pela vocação precoce, Antonio Martins Melo (Ton Marmel) transforma sua paixão infante por pintura, desenho e escultura em uma poética visual contemporânea. Advogado pós-graduado, traz o rigor técnico para a liberdade consolidada em salões, exposições individuais e coletivas reconhecidos por diversos prêmios. Currículo plataforma Lattes - CNPQ do governo do Brasil, https://lattes.cnpq.br/079869069679113

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terça-feira, setembro 08, 2026

PERDEU A PARCEIRA PARA O FORRÓ DA TERCEIRA IDADE E DA PERIFERIA

 Ser trocado já dói, mas perder a disputa para o forró da terceira idade e da periferia é um nível de especificidade que beira o inacreditável.

 

MULHER CASADA QUE ANDA SOZINHA É ANDORINHA
MULHER CASADA QUE ANDA SOZINHA É ANDORINHA


Ser trocado pelo combo forró da terceira idade que acontece na periferia não é apenas um soco no estômago da vaidade; é um roteiro de cinema que desafia qualquer lógica de competição tradicional.

 

O que acontece nessa situação é que a perda não é para um "padrãozinho" de academia ou alguém com o visual impecável do Instagram, mas, em verdade, a pessoa perdeu para o "Seu Geraldo", que toma um "rabo de galo" e sai a procura do primeiro rabo de saia.

 

Diante desse fato fica evidente que a pessoa não estava apenas mudando de parceiro; ela estava mudando de estilo de vida.

 

A maioria absoluta dos homens que frequentam forró na terceira idade e na periferia vão atrás de parceiras sexuais para um sarro, uma noitada de sexo, enquanto as mulheres que frequentam vão atrás dos mesmos desejos masculinos e ainda tentam arranjar namorados endinheirados para bancar suas vidas fúteis.

 

Estudos sobre o envelhecimento e sociabilidade mostram que os bailes de forró na terceira idade cumprem papéis complexos que vão muito além de dinâmicas puramente utilitaristas. Embora o flerte, o interesse material e a busca por encontros casuais façam parte do comportamento humano em qualquer idade ou classe social,

 

Para a maioria dos idosos na periferia, esses bailes representam fatores essenciais para a qualidade de vida: A velhice muitas vezes traz solidão, seja pela perda de parceiros ou pelo afastamento familiar. O forró funciona como um espaço de acolhimento e criação de novas redes de amizade.

 

Embora a dança é recomendada por médicos para melhorar o equilíbrio, a coordenação motora e estimular a liberação de endorfina, é fato que em regiões periféricas as opções de lazer público voltadas para idosos costumam ser escassas e o forró se torna o principal canal de expressão, resgate cultural e diversão acessível.

 

Seja como for, é fato certo que o ambiente do forró, a exposição contínua a um ambiente focado em dinâmicas de validação carnal rápida e interesses materiais velados vai, aos poucos, normalizando comportamentos que antes a pessoa condenaria ou rejeitaria.

 

Para quem assiste de fora, o sentimento é de ver a personalidade da pessoa ser "pasteurizada" para caber nas regras invisíveis daquele ecossistema. A troca deixa de ser apenas sobre você e passa a ser o reflexo de alguém que sucumbiu a um código de conduta mais imediatista, fútil e moldado pela conveniência.

 

MAS APESAR DOS PESARES E PENARES, SORRIA E MELHORE SEU DIA


Um homem vai ao médico e diz:— Doutor, eu acho que preciso de óculos. O médico, sem levantar a cabeça da mesa, responde:— O senhor tem toda razão... Aqui é o banco, o consultório fica no segundo andar!

 

O homem entra em uma loja de animais e diz que quer comprar um papagaio bem inteligente. O vendedor aponta para uma ave e avisa:— Este aqui é especial. Se você puxar a pata esquerda, ele fala inglês. Se puxar a pata direita, ele fala francês. O cliente, curioso, pergunta:— E se eu puxar as duas juntas? O papagaio responde imediatamente:— Eu caio no chão, seu idiota!

 

A enfermeira diz ao médico:

- Tem um homem invisível na sala de espera.

o médico responde:

- Diga a ele que não posso vê-lo agora.

 

Um homem condenado à morte começa a conversar com uma padre antes de sua execução

-Meu filho, ainda que pecador, vim trazer a palavra do Pai para você!

-Ô, padre! Precisa não, daqui a pouco vou encontrá-lo pessoalmente

 

O rapaz conversa com o amigo no meio do salão de forró e aponta para a pista:— Rapaz, aquela moça ali é muito rodada! O amigo olha assustado e pergunta:— Sério? Por que você diz isso? O primeiro responde, rindo:— Porque ela já deu dez voltas em torno do mesmo sanfoneiro e ainda não achou a saída da pista!

 

Dois amigos estão observando a pista de dança de um casamento quando um deles comenta:— Rapaz, aquela moça ali é conhecida por ser muito rodada no forró...O outro, impressionado com a velocidade dos giros dela na pista, responde:— Rapaz, rodada eu não sei, mas com a quantidade de pião que ela puxa nesse canutilho, o mecânico dela deve ser o alinhamento e balanceamento! Se ela parar de rodar de repente, o salão inteiro fica tonto!

 

Dois amigos estão tomando uma cerveja na mesa de uma festa de São João, observando o movimento. Um deles aponta para a pista e diz:— Rapaz, aquela morena ali é a mais disputada da região. Dançarina de forró de primeira, super rodada no salão e namoradeira que só ela! O amigo, curioso, pergunta:— É mesmo? E como é que faz para namorar com ela? O primeiro explica:— Olha, o critério dela é técnico. O namorado tem que ser igual a pneu de alta performance.— Como assim, pneu? — pergunta o outro, confuso.— Tem que aguentar dar mil voltas na pista, não rodar na curva com o ciúme e, o mais importante: ter bastante aderência para não ser trocado na próxima música!

 

O cabra era casado com a rainha do forró da cidade, aquela mulher que não perdia uma noite de arrasta-pé e passava o salão inteiro rodando de braço em braço. Nove meses depois de um grande festival de São João, nasceu o filho do casal. Os amigos da rua, sabendo da fama de namoradeira da moça, começaram a brincar com o rapaz:— Rapaz, abre o olho... Esse menino nasceu com a cara do vocalista da banda e o choro parece o compasso da sanfona! Zangado e querendo provar que os amigos estavam errados, o marido exigiu um exame de DNA. No dia de pegar o resultado, ele foi ao laboratório com a esposa. O médico abriu o envelope, olhou para o prontuário da mulher, depois para o marido e disse:— Olha, meu senhor... Eu tenho uma notícia boa e uma notícia ruim para lhe dar. O marido, impaciente, respondeu:— Diga logo a ruim, doutor! O médico tossiu e explicou:— A ruim é que, magneticamente falando, o senhor não tem nenhuma compatibilidade genética com a criança. O senhor foi, de fato, traído. O marido deu um soco na mesa, olhou para a esposa e gritou:— Eu sabia! Você me botou chifre com aquele sanfoneiro! E qual é a notícia boa, doutor?!O médico olhou o papel de novo e respondeu:— A boa é que, se o senhor quiser montar uma banda de forró, não precisa nem gastar com audição. Pelo resultado do laboratório, o menino é filho do sanfoneiro, do tocador de zabumba e do vocalista! O senhor já tem o trio completo em casa, porque a sua esposa não dançou o xote... Ela fez foi uma turnê completa nos bastidores!

 

 

Um fazendeiro do interior decidiu pedir o divórcio da esposa, que era a dançarina de forró mais disputada e namoradeira da região, alegando infidelidade constante. No tribunal, o juiz, tentando entender a gravidade da situação, perguntou ao marido:— Meu senhor, o senhor tem provas concretas de que sua esposa o traía nas festas? O fazendeiro, com os olhos vermelhos de raiva, respondeu:— Se tenho provas, Meritíssimo? A infidelidade ali não é nem escondida, é coreografada! No mês passado, fomos ao Forró do Velho Chico. Eu fui ao banheiro e, quando voltei, ela estava num canto escuro com o tocador de triângulo. O juiz questionou:— E o que o senhor fez? O marido desabafou:— Ah, eu fui cobrar satisfação, né? Perguntei o que significava aquela pouca vergonha e sabe o que ela me disse? Que aquilo não era traição, era só um ensaio técnico! Disse que o rapaz estava apenas ajudando ela a pegar o tempo da batida. O homem respirou fundo e completou:— Mas a gota d'água foi no último fim de semana, seu juiz. Peguei ela saindo do carro do sanfoneiro nos fundos do clube, com o vestido todo amassado e o cabelo assanhado. Quando exigi o divórcio, ela olhou na minha cara e disse: "Meu amor, você é muito inseguro. Eu só fui ali atrás ajudar o rapaz a abrir e fechar o fole, porque a mola dele estava emperrada!". Desse jeito não há chifre que aguente o rojão!

 

O cabra já estava desconfiado de que a esposa, dançarina profissional de forró, estava usando as idas ao salão como desculpa para pular a cerca. Cansado de ser feito de besta, ele comprou um microchip rastreador e escondeu no salto do sapato de dança dela. No sábado à noite, ela disse que ia para o "Forró dos Amigos". Ele ficou em casa, acompanhando tudo pelo aplicativo do celular. O gráfico na tela estava uma loucura: a velocidade marcava que ela estava rodando a 80 km/h, o sinal ia para a esquerda, para a direita, ia para a frente e voltava. O marido pensou: "Poxa, ela está só dançando mesmo, o chip está acompanhando o giro do xote". De repente, o sinal parou estático em uma rua escura atrás do clube. O marido continuou olhando. Dez minutos parados, vinte minutos... e a velocidade do chip começou a subir de novo, mas marcando um balanço curto e repetitivo, de cima para baixo Preocupado, ele ligou para ela:— Alô, amor? Onde você está? O som está meio abafado...— Ai, querido... estou aqui no meio da pista... o sanfoneiro emendou um vaneirão puxado e eu tô aqui... uffa... sem fôlego de tanto rodar...O marido, olhando para a tela do celular, respondeu:— Pois avise ao seu sanfoneiro que o compasso dele mudou, porque o GPS tá dizendo que você saiu do forró colado e entrou direto no modo britadeira! Daqui a pouco o amortecedor do carro dele estoura

 

 

A maior dançarina de forró da região, conhecida tanto pelo molejo na pista quanto pela facilidade em pular a cerca, resolveu ir à igreja se confessar antes do início do feriado de São João. O namorado dela, já desconfiado de tantas mentiras, ficou escondido atrás do altar só para ouvir a conversa. Ela ajoelhou-se e começou:— Padre, me perdoe, porque eu pequei. Eu amo meu namorado, mas quando o fole da sanfona começa a roncar, eu perco o juízo e acabo sendo infiel. O padre, chocado, perguntou:— Mas minha filha, com quantos homens você cometeu esse pecado desde a última confissão? A moça hesitou, olhou para o teto e respondeu:— Ah, seu padre... Se for para contar pelos nomes, eu estaria mentindo, porque eu não lembro. Mas se o senhor quiser ter uma ideia, funciona mais ou menos como a programação do clube: nas quartas de Xote, eu peco com dois; nas sextas de Pisadinha, eu rodo com uns quatro; e nos sábados de Vaneirão doido, eu perco as contas no meio do salão! O namorado, que estava ouvindo tudo escondido, não aguentou. Deu um pulo de trás do altar, vermelho de raiva, e gritou:— Eu sabia! Você é uma mentirosa descarada! E ainda passava o domingo dizendo que estava com as pernas doloridas de tanto rezar! A moça, sem nem piscar, olhou para o namorado com a cara mais lavada do mundo e respondeu:— Mas eu não menti, meu amor! Eu estava rezando mesmo... Só que eu estava de joelhos no camarim da banda pedindo milagres para o sanfoneiro terminar o solo mais rápido!



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