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Quem é Ton MarMel

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Brasília, DF, Brazil
Com uma trajetória marcada pela vocação precoce, Antonio Martins Melo (Ton Marmel) transforma sua paixão infante por pintura, desenho e escultura em uma poética visual contemporânea. Advogado pós-graduado, traz o rigor técnico para a liberdade consolidada em salões, exposições individuais e coletivas reconhecidos por diversos prêmios. Currículo plataforma Lattes - CNPQ do governo do Brasil, https://lattes.cnpq.br/079869069679113

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sábado, fevereiro 26, 2011

BIBLIOTECA POPULAR 24 HORAS POR DIA EM BRASÍLIA


 POPULAR 24 HORAS POR DIA
Por Francisca Azevedo   

BIBLIOTECA

Dois Anos da PARADA CULTURAL - Biblioteca Popular
Projeto das Bibliotecas Nos pontos de Ônibus Completa hum Ano de existencia com 35 Bibliotecas e Mais de mil empréstimos POR dia
No dia 21 de junho, a Iniciativa fazer açougueiro Que Aprendeu a LER AOS 16 años, Luiz Amorim, de colocar Livros Nos pontos de Ônibus e promover Viagens Infinitamente Mais Longas, completará Dois Anos com muitos Motivos Para comemorar.
A Parada Cultural Conta com o Apoio USUARIA Comunidade da integrante do coletivo Transporte, Que TEM demonstrado Grandes Exemplos de cidadania, e com Importantes Instituições apoiadoras, Tais Como: Petrobras, Embaixada Espanha, Unesco, Embaixada da Austrália, Administração de Brasília e Biblioteca Demonstrativa de Brasília.
Com o patrocínio do Cartão BRB o Projeto passará parágrafo UMA nova fase. TODAS como estantes de Livros Serao substituídas POR Prateleiras Fechadas, iluminadas, preservando OS Livros dos efeitos do Tempo.
O Projeto Parada Cultural - Biblioteca Popular 24 Horas E UMA Iniciativa visa that incentivar à Leitura AOS Usuários do Transporte Coletivo, cuja grande maioria de e moradora de Cidades vizinhas de Brasília e de: Não freqüentam Bibliotecas.



Como funciona

Como Bibliotecas estao instalados NAS Próprias Paradas de Ônibus de Toda a Avenidade W3 Norte em Brasília e emprestam Livros um QUALQUÉR Cidadão SEM exigir Documentos NEM preenchimento de algum cadastro. Os Livros estao acondicionados Dentro de hum Armário-estante, especialmente Projetados parágrafo Este FIM, E los Prateleiras Abertas. 

Alguns ligações com materias SOBRE Este Projeto:
Correio Braziliense - 31/01/08 -  http://divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm ? data = 20080131; ateria = 1387 & amp; Seção = Programe-se & amp
Jornal Nacional - 02/08/07 - Idéia aproxima original como PESSOAS da Leitura no DF -  http://jornalnacional.globo.com/Jornalismo/JN/0,,AA1602177-3586-709740,00.html

Vida urbana - Reportagem capa do Caderno Cidades
fazer Correio Braziliense los 19/06/07.

Jornal Última Atualização (17 de dezembro de 2010)
Copyright © 2011  www.t-bone.org.br  TODOS OS DIREITOS Reservados. 
Açougue: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF CEP 70,765-520 
Tel: +55 (61) 3274-1665

LEMBRANÇAS INESQUECÍVEIS NA VERSÃO ORIGINAL



Era uma vez, numa pequena cidade às margens da floresta, uma menina de olhos negros e louros cabelos cacheados, tão graciosa quanto valiosa.
Um dia, com um retalho detecido vermelho, sua mãe costurou para ela uma curta capa com capuz; ficou uma belezinha, combinando muito bem com os cabelos louros e os olhos negros da menina. Daquele dia em diante, a menina não quis mais saber de vestir outra roupa, senão aquela e, com o tempo, os moradores da vila passaram a chamá-la de “Chapeuzinho Vermelho”. 
Além da mãe, Chapeuzinho Vermelho não tinha outros parentes, a não ser uma avó bem velhinha, que nem conseguia mais sair de casa. Morava numa casinha, no interior da mata. 
De vez em quando ia lá visitá-la com sua mãe, e sempre levavam alguns mantimentos.
Um dia, a mãe da menina preparou algumas broas das quais a avó gostava muito mas, quando acabou de assar os quitutes, estava tão cansada que não tinha mais ânimo para andar pela floresta e levá-las para a velhinha. 
Então, chamou a filha: 
— Chapeuzinho Vermelho, vá levar estas broinhas para a vovó, ela gostará muito. Disseram-me que há alguns dias ela não passa bem e, com certeza, não tem vontade de cozinhar. 
— Vou agora mesmo, mamãe. 
— Tome cuidado, não pare para conversar com ninguém e vá direitinho, sem desviar do caminho certo. Há muitos perigos na floresta! 
— Tomarei cuidado, mamãe, não se preocupe. A mãe arrumou as broas em um cesto e colocou também um pote de geléia e um tablete de manteiga. A vovó gostava de comer as broinhas com manteiga fresquinha e geléia. 
Chapeuzinho Vermelho pegou o cesto e foi embora. A mata era cerrada e escura. No meio das árvores somente se ouvia o chilrear de alguns pássaros e, ao longe, o ruído dos machados dos lenhadores. 
A menina ia por uma trilha quando, de repente, apareceu-lhe na frente um lobo enorme, de pêlo escuro e olhos brilhantes. 
Olhando para aquela linda menina, o lobo pensou que ela devia ser macia e saborosa. Queria mesmo devorá-la num bocado só. Mas não teve coragem, temendo os cortadores de lenha que poderiam ouvir os gritos da vítima. Por isso, decidiu usar de astúcia. 
— Bom dia, linda menina — disse com voz doce. 
— Bom dia — respondeu Chapeuzinho Vermelho. 
— Qual é seu nome? 
— Chapeuzinho Vermelho
. — Um nome bem certinho para você. Mas diga-me, Chapeuzinho Vermelho, onde está indo assim tão só? 
— Vou visitar minha avó, que não está muito bem de saúde. 
— Muito bem! E onde mora sua avó? 
— Mais além, no interior da mata. 
— Explique melhor, Chapeuzinho Vermelho. 
— Numa casinha com as venezianas verdes, logo29 após o velho engenho de açúcar. 
O lobo teve uma idéia e propôs: 
— Gostaria de ir também visitar sua avó doente. Vamos fazer uma aposta, para ver quem chega primeiro. Eu irei por aquele atalho lá abaixo, e você poderá seguir por este. Chapeuzinho Vermelho aceitou a proposta. 
— Um, dois, três, e já! — gritou o lobo. 
Conhecendo a floresta tão bem quanto seu nariz, o lobo escolhera para ele o trajeto mais breve, e não demorou muito para alcançar a casinha da vovó. 
Bateu à porta o mais delicadamente possível, com suas enormes patas. 
— Quem é? — perguntou a avó. 
O lobo fez uma vozinha doce, doce, para responder: 
— Sou eu, sua netinha, vovó. Trago broas feitas em casa, um vidro de geléia e manteiga fresca. 
A boa velhinha, que ainda estava deitada, respondeu: 
— Puxe a tranca, e a porta se abrirá. 
O lobo entrou, chegou ao meio do quarto com um só pulo e devorou a pobre vovozinha, antes que ela pudesse gritar. 
Em seguida, fechou a porta. Enfiou-se embaixo das cobertas e ficou à espera de Chapeuzinho Vermelho. A essa altura, Chapeuzinho Vermelho já tinha esquecido do lobo e da aposta sobre quem chegaria primeiro. Ia andando devagar pelo atalho, parando aqui e acolá: ora era atraída por uma árvore carregada de pitangas, ora ficava observando o vôo de uma borboleta, ou ainda um ágil esquilo. Parou um pouco para colher um maço de flores do campo, encantou-se a observar uma procissão de formigas e correu atrás de uma joaninha. 
Finalmente, chegou à casa da vovó e bateu de leve na porta. 
— Quem está aí? — perguntou o lobo, esquecendo de disfarçar a voz. 
Chapeuzinho Vermelho se espantou um pouco com a voz rouca, mas pensou que fosse porque a vovó ainda estava gripada. 
— É Chapeuzinho Vermelho, sua netinha. Estou trazendo broinhas, um pote de geléia e manteiga bem fresquinha! 
Mas aí o lobo se lembrou de afinar a voz cavernosa antes de responder: 
— Puxe o trinco, e a porta se abrirá. 
— Chapeuzinho Vermelho puxou o trinco e abriu a porta. 
O lobo estava escondido, embaixo das cobertas, só deixando aparecer a touca que a vovó usava para dormir. 
Coloque as broinhas, a geléia e a manteiga no armário, minha querida netinha, e venha aqui até a minha cama. Tenho muito frio, e você me ajudará a me aquecer um pouquinho. 
Chapeuzinho Vermelho obedeceu e se enfiou embaixo das cobertas. Mas estranhou o aspecto da avó. Antes de tudo, estava muito peluda! Seria efeito da doença? E foi reparando: 
— Oh, vovozinha, que braços longos você tem! 
— São para abraçá-la melhor, minha querida menina! 
— Oh, vovozinha, que olhos grandes você tem! 
— São para enxergar também no escuro, minha menina! 
— Oh, vovozinha, que orelhas compridas você tem! 
— São para ouvir tudo, queridinha! 
— Oh, vovozinha, que boca enorme você tem! 
— É para engolir você melhor!!! 
Assim dizendo, o lobo mau deu um pulo e, num movimento só, comeu a pobre Chapeuzinho Vermelho. 

— Agora estou realmente satisfeito — resmungou o lobo. Estou até com vontade de tirar uma soneca, antes de retomar meu caminho. 
Voltou a se enfiar embaixo das cobertas, bem quentinho. Fechou os olhos e, depois de alguns minutos, já roncava. E como roncava! Uma britadeira teria feito menos barulho. 
Algumas horas mais tarde, um caçador passou em frente à casa da vovó, ouviu o barulho e pensou: “Olha só como a velhinha ronca! Estará passando mal!? Vou dar uma espiada.” 
Abriu a porta, chegou perto da cama e… quem ele viu? 
O lobo, que dormia como uma pedra, com uma enorme barriga parecendo um grande balão! 
O caçador ficou bem satisfeito. Há muito tempo estava procurando esse lobo, que já matara muitas ovelhas e cabritinhos. 
— Afinal você está aqui, velho malandro! Sua carreira terminou. Já vai ver! 
Enfiou os cartuchos na espingarda e estava pronto para31 atirar, mas então lhe pareceu que a barriga do lobo estava se mexendo e pensou: “Aposto que este danado comeu a vovó, sem nem ter o trabalho de mastigá-la! Se foi isso, talvez eu ainda possa ajudar!”. 
Guardou a espingarda, pegou a tesoura e, bem devagar, bem de leve, começou a cortar a barriga do lobo ainda adormecido. 
Na primeira tesourada, apareceu um pedaço de pano vermelho, na segunda, uma cabecinha loura, na terceira, Chapeuzinho Vermelho pulou fora. 
— Obrigada, senhor caçador, agradeço muito por ter me libertado. Estava tão apertado lá dentro, e tão escuro… Faça outro pequeno corte, por favor, assim poderá libertar minha avó, que o lobo comeu antes de mim. 
O caçador recomeçou seu trabalho com a tesoura, e da barriga do lobo saiu também a vovó, um pouco estonteada, meio sufocada, mas viva. 
— E agora? — perguntou o caçador. — Temos de castigar esse bicho como ele merece! 
Chapeuzinho Vermelho foi correndo até a beira do córrego e apanhou uma grande quantidade de pedras redondas e lisas. Entregou-as ao caçador que arrumou tudo bem direitinho, dentro da barriga do lobo, antes de costurar os cortes que havia feito. 
Em seguida, os três saíram da casa, se esconderam entre as árvores e aguardaram.
Mais tarde, o lobo acordou com um peso estranho no estômago. Teria sido indigesta a vovó? Pulou da cama e foi beber água no córrego, mas as pedras pesavam tanto que, quando se abaixou, ele caiu na água e ficou preso no fundo do córrego. 
O caçador foi embora contente e a vovó comeu com gosto as broinhas. Chapeuzinho Vermelho prometeu a si mesma nunca mais esquecer os conselhos da mamãe: “Não pare para conversar com ninguém, e vá em frente pelo seu — caminho”

ENFIM, BOAS RECORDAÇÕES.... ABRAÇOS. MARMEL

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

PARA + NINFAS

.
A MAIOR PROVA DE ESPIRITUALIDADE NÃO RESULTA DE LONGAS MEDITAÇÕES OU CONTEMPLAÇÕES MÍSTICAS, MAS DO ESFORÇO PARA COLOCAR EM PRÁTICA TODAS AS VIRTUDES QUE SÃO SABIDAMENTE ESPIRITUAIS, POIS O ESPÍRITO É PRAGMÁTICO E NA MENTE ESTÁ O SEXTO SENTIDO.










POR ISSO QUE...  
"De todo o meu passado
Boas e más recordações
Quero viver meu presente

E lembrar tudo depois...
Nessa vida passageira
Eu sou eu, você é você
Isso é o que mais me agrada
Isso é o que me faz dizer...
Que vejo flores em você!..."


E APESAR DOS PESARES E DOS PENARES... 

"Toda mulher gosta de rosas
E rosas e rosas
Muitas vezes são vermelhas
Mas sempre são rosas..." 


... E ISSO ME IMPORTA E JUSTIFICA ESTA INTENÇÃO. AFINAL, SE NÃO FOSSEM AS MULHERES EU NÃO ESTARIA VIVO, E VIVO PORQUE AS AMO, E AMO VIDA ESPECIALMENTE. 
























































sexta-feira, janeiro 28, 2011

QUATRO INTEIROS DE DOIS

QUATRO INTEIROS DE DOIS É QUANDO DOIS INTEIROS SE TOMAM E SE SOMAM PELAS METADES PARA FORMAREM UM TODO INTEIRO, NÃO MAIS PELAS METADES. (Marmel).



Veja bem, como são dois inteiros, então cada um inteiro toma por inteiro o outro, e cada um fica sendo agora 2, e como se somam pelas metades de cada inteiro original para nascer um outro inteiro, então resulta que cada um fica com um inteiro e mais metade do outro, e da outra metade de cada um  tomada somada a sua metade tomada resulta um novo inteiro, resultando disso tudo que fica cada com um inteiro acrescido da metade da parceira, e mais , com a adição de um novo ser cada um. Resumindo, no final cada parte, homem e muher ficam com 1, 5, e da metade de cada um, nasce um novo ser por ineteiro e original, resultando ao final duas pessoas novas com potencial de uma e meia das pessoas  originais, e mais uma terceira pessoa, resultado do somatório das duas primeiras. CONFUSO?! NNEM TANTO... FACIM, FACIM... Abraços. MARMEL

segunda-feira, janeiro 17, 2011

INTUIÇÃO, SEXTO SENTIDO E FEELING NA ARTE, CIÊNCIA E VIDA

INTUIÇÃO, SEXTO SENTIDO E FEELING NA ARTE, CIÊNCIA E VIDA 




CIENTISTAS PROVAM QUE A INTUIÇÃO É UM PROCESSO DA MENTE E CORAÇÃO SENSORIAL, POR ISSO APRENDA A USAR O MESMO PODER DE EINSTEIN, MOZART, JUNG E OUTROS. AFINAL, QUEM NUNCA TEVE A TEMEROSA SENSAÇÃO DE QUE DEVERIA MUDAR DE OPÇÃO NO INSTANTE EXATO DE TOMAR UMA DECISÃO?! OU QUE DEVERIA TER OPTADO POR OUTRA SOLUÇÃO IMEDIATAMENTE APÓS MANIFESTAR SUA OPÇÃO?!

Pois é, desde os primeiros anos de vida notei um fenômeno curioso que sempre acontece comigo e muitas pessoas, por isso resolvi prestar mais atenção nesse acontecimento momentâneo, buscar explicações mais científicas e aprender um pouco sobre esse fato que revela um pouco mais da divindade humana, influencia sua vida, seu sentimento de amor, criatividade, sensibilidade, emoção e arte.


Para algumas pessoas essa dúvida é normal e não passaria de um simples impulso provocado por qualquer insegurança boba quando se depara inesperadamente com uma decisão a tomar. No entanto, PARA OUTRAS PESSOAS, ESSE EXATO SEGUNDO JAMAIS PASSARÁ DESAPERCEBIDO, E O QUE ACONTECEU NAQUELE EXATO INSTANTE É ALGO  QUE NÃO SE CONSEGUE TRADUZIR EM POUCAS PALAVRAS, E PODE INDICAR, ALGUMAS OU MUITAS VEZES, A MELHOR ALTERNATIVA PARA AQUELA  SITUAÇÃO, NAQUELAS CIRCUNSTÂNCIAS INDIVIDUAIS. E  dentro desse segundo grupo me incluo e parabenizo cientistas e estudiosos brasileiros, americanos e europeus pela implementação de Centros de Pesquisa e Estudos da INTUIÇÃO, um fenômeno classificado como a capacidade de PERCEBER ou DISCERNIR verdades, coisas, eventos ou acontecimentos futuros de modo imediato, automático, independente de sua vontade, e diferente do método que usa simplesmente a razão ou conhecimento analítico, utilizado na maioria das vezes.

Também chamada de sexto sentido, premonição ou feeling, a INTUIÇÃO que sempre foi vista como algo inexplicável
ou místico, até então, finalmente caiu nas graças de renomados cientistas e estudiosos que buscam através de seu estudo esclarecer os complicados processos mentais e corporais que se escondem por trás da intuição. Prova dessa verdade é o grande volume de pesquisas publicadas na internet que evidenciam uma atenção cada vez maior para o tema do sexto sentido.




Uma dessas pesquisas traz um resultado no mínimo curioso. Um grupo voluntário de dez empresários bem sucedidos, que acredita que a intuição os ajudou a enriquecer, submeteu-se a uma série de testes psicológicos e fisiológicos. Fizeram exercícios que simulavam investimentos em empresas que apresentavam resultados negativos, dispondo do mínimo de informações possíveis. No desenvolvimento dos exercícios e indicação das melhores soluções para os problemas das empresas alguns preferiram confiar também em seus palpites e experiências individuais, enquanto outros se detiveram apenas no âmbito dos racionais dados matemáticos que lhes foram fornecidos. RESULTADO: as empresas coordenadas pelos empresários que confiaram também na intuição apresentaram resultado mais positivo, e os respectivos empresários tiveram uma desaceleração no rítimo cardíaco seis (6) segundos antes de assinalarem suas opções, além de que ficou provado também que o corpo passa por um estímulo
antes de o cérebro fazer a decisão; o que prova igualmente que O CORAÇÃO TAMBÉM É ÓRGÃO SENSORIAL.

Outra pesquisa de resultado interessante revela que ATÉ MESMO NOS ERROS DO PASSADO SE ENCONTRAM SINAIS PARA COMPREENDER A INTUIÇÃO. O mecanismo é simples e acorre sem que se perceba: uma onda elétrica é disparada milésimos de segundo APÓS uma decisão, mas ANTES do fato em si consumar-se ou ter continuidade, como uma espécie de lembrete para que se evite uma situação desagradável vivida e esquecida no presente, mas que poderá se repetir logo em seguida. Tal mecanismo serviria como um sinal do organismo para que se permaneça alerta a fim de que se evite cometer novamente o mesmo erro ou busque corrigir um erro em andamento que ameaça ser concluído breve, ou evitar um acidente iminente em decorrência de buracos na estrada, por exemplo. Afinal, MONITORAR OS PRÓPRIOS ERROS É OBRIGAÇÃO DE TODOS, ALÉM DE PRÉ-REQUISITO PARA A EXISTÊNCIA DA INTUIÇÃO, pois  “GATO ESCALDADO TEM MEDO DE ÁGUA FRIA”, e tem medo de água fria porque já foi banhado em água de temperatura agradável (morna) e não gostou, e se não gostou dessa certamente não gostará da água na temperatura fria, desagradável!


Entretanto, não se deve confundir os sinais de intuição com uma atitude repentina, impensada e rompante, e mesmo uma virada apressada ou desistência de última hora de um projeto que vinha criteriosamente sendo implantado com sucesso e satisfação visíveis, que já apresentava resultados satisfatórios e benéficos, que caminhava sem incidentes sérios, ou, ainda, não se deve confundir a intuição com volubilidade, com falta de persistência e perseverança, inconstância e distúrbios na personalidade, ou mesmo medo de enfrentar responsabilidades que poderão advir da decisão anteriormente tomada.

Não! Definitivamente a intuição não tem nada disso e com isso não se confunde, nem serve para justificar fatos fortuitos posteriores, alheios e acidentais àquilo que era perene e certo até então. Afinal, todos possuem o direito de mudar de opinião na condução prática de uma linha de raciocínio e mesmo durante a implementação efetiva desse raciocínio, mas tal mudança não se atribui e não se confunde nem de longe com a intuição visto que A INTUIÇÃO NÃO É A POPULAR ARTE DA ADVINHAÇÃO, MAS ANTECEDE A AÇÃO OU OCORRE DURANTE SUA CONTINUIDADE EM FACE EVENTO FUTURO E TALVEZ CERTO, E POSSUI RELAÇÃO DIRETA COM OS ANTECEDENTES DAS PESSOAS OU COISAS ENVOLVIDAS DIRETAMENTE; do contrário qualquer acontecimento bestial, durante ou posterior e alheio a decisão, poderia servir de desculpa para não se cumprir até o final a decisão anteriormente tomada e colocada em andamento SEM PROBLEMAS, por simples incúria.

Por outro lado, é bom que se deixe claro que a intuição não se confunde com a parapsicologia, que é utilizada para situações que fogem às explicações da ciência, ou seja, quando não se tem um conhecimento prévio que justifique a atitude intuitiva ou percepção sensorial e que se relaciona com mensagens captadas pelo inconsciente por vias paranormais.

Entre estudiosos da intuição é pacífico que AS PERCEPÇÕES ATUAM COMO SE FOSSEM O SEGUNDO PILOTO AUTOMÁTICO DA CONSCIÊNCIA, OU SEJA, QUE ELAS ENTRAM EM AÇÃO QUANDO O RACIOCÍNIO É COLOCADO EM
SEGUNDO PLANO E DEVE SER COMPREENDIDA COMO “CONHECER ALGO SEM TER CONSCIÊNCIA DISSO”, pois nem sempre temos justificativas para certas coisas que executamos automaticamente, e TAL FATO SE DEVE A HERANÇA DE NOSSOS ANTEPASSADOS CAVERNOSOS, DURANTE A EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE, EM FACE DO AMBIENTE HOSTIL E REPLETO DE VORAZES PREDADORES EM QUE, PARA SOBREVIVER, A ESPÉCIE HUMANA SE VIU OBRIGADA A VIVER EM CONSTANTE ESTADO DE ALERTA NA SELVA POIS JAMAIS PODERIA ESPERAR E AVALIAR SE CORRIA PERIGO OU NÃO:TINHA DE FUGIR ANTES MESMO DE AVISTAR O PERIGO PARA SOBREVIVÊNCIA DA ESPÉCIE.


De acordo com meu entendimento e de ilustres psicólogos como David Myers, professor da Hope College (EUA), o Feeling  tem dois lados, o positivo e o negativo, ou seja, a mente opera em duas vias, quais sejam, o sistema lógico-racional (pensar) - que requer esforço para ser empregado-, e o sistema intuitivo-emocional (intuição) –que é automático, mais associativo, cintilante, e nasce a partir de informações e experiências já vividas pela pessoa. Além disso, afirmo que os aspectos mais benéficos desta segunda via são ALIMENTAR A CRIATIVIDADE e ORIENTAR a tomada de decisões quando o sistema analítico (lógico-racional) não dispõe de muitos meios para apontar respostas convincentes. No entanto, advirto que o uso desequilibrado desta via pode gerar preconceitos a partir de experiências mal sucedidas ou inadequadas.



Exemplo conhecido do uso da intuição com resultado positivo é do ex-goleiro da Seleção Brasileira de Futebol, Cláudio Taffarel, famoso por ser um exímio defensor de pênaltis fazendo uso de sua intuição ao lançar, muitas e importantes vezes com sucesso, seu corpo na mesma direção em que a bola era chutada para defeder-se de um gol(chute), de forma aparentemente aleatória. Todavia, enquanto uns afirmam que esse tipo de defesa é questão de pura sorte, outros preferem dizer que é questão de treino, ao passo que ninguém tem dúvida de que o background (experiência) conta nesses momentos e que O SUCESSO DE TUDO DEPENDE DO ESTADO EMOCIONAL, igualmente.


NÃO SE FIXAR SOMENTE NO QUE DIZ SEU INSTINTO; VISUALIZAR BEM O PROBLEMA A SER ENFRENTADO; PRESTAR MUITA ATENÇÃO À ANÁLISE RACIONAL DA SITUAÇÃO; SABER DOSAR E EQUILIBRAR BEM OS DOIS SISTEMAS PARA DECIDIR SITUAÇÕES, são indicações de cientistas a todos que quiserem utilizar melhor o sexto sentido PARA AUMENTAR A CHANCE DE ACERTOS com base em pressentimentos, estímulos e percepção que orientam a mente intuitiva a formar bons palpites por meio de pequenos exercícios de meditação ou relaxamento.


NA ÓTICA DA PSICANÁLISE A INTUIÇÃO NÃO TEM ORIGEM EM EXPERIÊNCIAS DE VIDAS PASSADAS OU MENSAGENS DE MORTOS VINDAS DO ALÉM, NEM SE CONFUNDE COM A ADVINHAÇÃO POPULAR, mas ocorre como um insight luminoso, que necessita de maiores estudos para que se conheça melhor como se processa.

Afinal, quem encontra uma pessoa e tem a impressão de que ela está triste mesmo sem notar sinais aparentes; quem já não sonhou que estava grávida e descobriu que uma amiga de fato estava grávida; quem não simpatiza com alguém logo de cara e depois verifica que os motivos da existência da antipatia eram procedentes; quem em sonho não se viu traída e depois comprovou que de fato o estava sendo na realidade; quem toma um atalho numa estrada, mesmo sem ver que na frente há um enorme acidente, porque conhece o trecho adiante e sabe que normalmente naquele lugar vive ocorrendo acidentes, e de fato comprova depois que houve um acidente horrível naquele local; quem já passou por essas e outras situações já exercitou sua intuição.

De minha parte, confesso, esses fenômenos têm-me perseguido desde os primeiros anos da infância e seguem tanto na vida pessoal quanto profissional, seja no setor jurídico seja na seara das artes plásticas. Me lembro que no ano de 2007 estava certo de viajar para o nordeste para rever familiares e amigos, após décadas de ausência e ensaios de viagem, que inclusive já havia combinado com amigos que residem lá uma variada agenda de programas a cumprir desde a minha chegada. No entanto, sem entender as peripécias do destino e o que me acontecia no íntimo, completamente tomado por uma força arrebatadora que me tirou o chão debaixo dos pés e me lançou o corpo a levitar no ar, uma energia estranha, divina, maravilhosa e psico-fisiológica, decidi, na véspera, seguir meu instinto e sentimento fulminante, e mudei completamente o rumo de minha viagem indo parar em São Paulo -local onde havia
residido quando estudava no Curso de Arquitetura e Urbanismo-, e, seja por intuição seja por fenômeno parapsicológico (haviam comprovadamente bem mais que amplas condições propícias para a ocorrência de ambos os eventos), é fato certo que jamais me arrependi ou esquecerei dessa mudança de destino e divina surpresa de Vida.

Assim, em matéria de intuição ou parapsicologia e seus reflexos sobre o amor, a arte e a vida é cristalina a verdade de que percepção é realidade e que tudo mais é ilusão, pois o futuro tem sempre direito de nos surpreender e todos temos condições de tirar proveito do sexto sentido, mas que apenas aqueles que se livram do excesso de domínio da razão, do conhecimento discursivo e analítico para perceber o mundo conseguem aproveitá-lo, porque de fato são seres espirituais vivendo experiências humanas. E assim é a vida, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.


MARMEL – antonio MARtins MELo


RIO, ATÉ QUANDO EU NÃO SORRIO?

FOGO DE MORRO ACIMA, ÁGUA DE MORRO ABAIXO.... 


É assim que as coisas estão no Rio de Janeiro.


ATÉ QUANDO, RIO? ATÉ QUANDO NÃO SORRIO?








































Até quando a polícia terá que subir nos morros a custa de muito fogo e tiro trocado com bandidos e marginais para libertar famílias vítimas do flagelo social, impor a lei, levar a ordem, a justiça social, o estado de direito, o desenvolvimento social, a educação, cultura, saúde, trabalho, lazer, condições dignas mínimas de sobrevivência a dezenas de milhares de brasileiros?

Até quando milhões de famílias ainda serão soterradas e mortas pela força e quantidade de água que desce morro abaixo. Até quanto milhares terão que morar e viver em clareiras de matagais em pé de serra, em morros, em cidades, em palafitas montadas em morros íngremes ou centros urbanos sem a menor infraestrutura ou estrutura deficitária de limpeza, higiene, coleta de lixo, saúde urbana?

Até quando o brasileiro irá continuar rindo de tudo, de todos e até da própria desgraça sem tomar uma atitude séria, sem assumir uma atitude digna e de  responsabilidade na vida para não continuar padecendo as desgraças que todos os anos são escancardas em noticiários de norte a sul do país?

ATÉ QUANDO?!
QUANDO A GALINHA NASCER COM DENTES ?