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Quem é Ton MarMel

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Brasília, DF, Brazil
Com uma trajetória marcada pela vocação precoce, Antonio Martins Melo (Ton Marmel) transforma sua paixão infante por pintura, desenho e escultura em uma poética visual contemporânea. Advogado pós-graduado, traz o rigor técnico para a liberdade consolidada em salões, exposições individuais e coletivas reconhecidos por diversos prêmios. Currículo plataforma Lattes - CNPQ do governo do Brasil, https://lattes.cnpq.br/079869069679113

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segunda-feira, maio 06, 2019

MarMel Artista Visual: Prostituinte 88

MarMel Artista Visual: Prostituinte 88: GUERNICA BRASILEIRA E A CONSTITUINTE (PROSTITUINTE 88) No ano de 1988 eu era estagiário da Faculdade de Direito do Distrito Feder...

terça-feira, abril 30, 2019

DIFERENÇA ENTRE ARTE E ARTESANATO

Arte é uma coisa completamente diferente de artesanato que boa parte das pessoas não sabe por falta de educação artística, falta de frequência aos espaços de arte.

Diferença entre Arte e Artesanato. (Ton MarMel #marmel #arte #artesanato)

Nunca Te Vi, Sempre Te Amei é título de livro, romance e filme de ficção!. Na vida real, para desenvolver o gosto, a aptidão, o interesse é preciso – antes de mais nada – se aproximar daquilo ou de quem se gosta. É preciso adquirir o hábito de visitar espaços de arte, ler sobre arte, interessar-se, aprofundar-se, do mesmo modo que se freqüenta uma faculdade, uma universidade para se adquirir conhecimento e formação profissional.

FILME NUNCA TE VI SEMPRE TE AMEI
Durante vinte anos HeleneHanff (Anne Bancroft), uma escritora americana, se corresponde com Frank Doel (Anthony Hopkins), o gerente de uma livraria especializada em edições raras e esgotadas. Tudo começou pelo fato de Helene adorar livros raros, que não se encontram em Nova York. Só que ela não poderia imaginar que uma carta para uma pequena livraria em Londres, que negocia livros de segunda mão, a levaria a iniciar um correspondência afetuosa com Frank. Neste período uma amizade muito especial surge entre os dois.
Ano de lançamento: 25 de dezembro de 1987 (Brasil)
Direção: David Jones
Roteiro: HeleneHanff, Hugh Whitemore
Autores: HeleneHanff, James Roose-Evans
Música composta por: George Fenton, Georg Friedrich Händel, Ian Samwell


Os meios de comunicação fornecem cultura pensada, ruminada, produzida, canalizada por essa ou aquela tendência política, por esse ou aquele grupo de orientação sexual. É necessário deixar a passividade do sofá de frente para a televisão e movimentar-se em direção aquilo que interessa além de um capítulo de uma novela, um show, um filme, um barzinho. É necessário ter opinião própria além da opinião mastigada num jornal televisivo tendencioso de mídia sensacionalista que quer a todo custo tornar o expectador um filiado militante cego, enviseirado, incapaz de formular opinião além da superficialidade que bóia nas superfícies.


Falar para artista expor junto com artesão é demonstrar falta de conhecimento e é desprestigiar e menosprezar o trabalho do artista.

Para ser artesão basta alguma habilidade manual e qualquer pessoa (dona de casa) pode desenvolver com alguma prática e tempo.

Para ser artista é preciso muito mais que habilidade manual: é preciso estudo, criatividade, objetividade em cada trabalho.

O objeto de arte tem um lugar e ambiente específico para ser exposto que é diferente do objeto do artesanato (são produtos completamente distintos que boa parte das pessoas confunde); é a mesma situação que comparar o trabalho de um médico, um dentista, um biólogo, um açougueiro, vendedor de colchão ao trabalho de um atendente de clínica, hospital, porque todos esses profissionais se vestem de jaleco, de modo parecido (todos esses possuem a mesma aparência profissional), ou de um advogado e de um rábula (ambos se vestem e até agem de modo parecido, mas o resultado do trabalho de ambos é completamente distinto).

Se as pessoas prestarem atenção verão que um trabalho de artesanato não possui uma identidade visual, um objetivo, um estudo, um sentido maior que não seja uma imagem reproduzida, ou objeto de utilidade desprovido de pessoalidade cuja função é ocupar um lugar e tornar visualmente um espaço mais agradável ou um objeto útil.

Não se trata de frescura nem de desprestigiar ou beneficiar esse ou aquele profissional. Mas se trata de dar o nome exato para o que as pessoas fazem.


EXEMPLIFICANDO A DIFERENÇA ENTRE ARTE E ARTESANATO

Para melhor visualizar a diferença entre arte e artesanato tem-se que em meados do século 20, ano de 1950, surgiu na Inglaterra um grupo de jovens artistas britânicos que encontrou campo fértil nos Estados Unidos, com Andy Warhol e Roy Lichtenstein, que começaram a incorporar em suas obras elementos da propaganda comercial, numa espécie de crítica a sociedade de consumo, ao individualismo, a produção em massa de produtos.

Lembra do movimento hippie e das feirinhas de produtos alternativos dos anos 1960 e 1970? Lembra do movimento da Contracultura? Da era Paz e Amor?! Pois é...

Nessa década (1950-1960), foram produzidas uma série de obras baseadas nas imagens dos artigos de consumo mais populares, daí o nome resumido de Pop Arte (arte popular), utilizada para nomear essa corrente artística que se apropriou de imagens da cultura de massa, tais como a foto da atriz Marilyn Monroe, do rótulo de enlatados da sopa Campbells e muitos outros.

Então, na ocasião, face a novidade, ao objetivo crítico e político que se propunha o movimento do Pop Art, suas manifestações eram obras de arte.

No entanto, posteriormente, o movimento caiu no gosto da população mesmo sem entendê-lo, e tais imagens foram absorvidas rapidamente e passaram a ser reproduzidas pela população em larga escala, em incontáveis superfícies (xícaras, capas de almofadas, etc.) como uma espécie de modismo que associava pessoas (mesmo alienadas!) à causa de combate à sociedade de consumo, que faziam questão de exibir imagens do Pop Art como símbolos de pessoas engajadas, cultas.

Mas essas reproduções populares não mais traziam nenhuma novidade, exceto a vaga lembrança de que seus portadores talvez possuíssem alguma ligação com linha de raciocínio dos membros do movimento de arte crítico que havia sido o Pop Art.

Assim, essas reproduções populares, associadas aos movimentos hippies do pós segunda guerra mundial (1945), ganharam o status de artesanato.

Mas, a palavra artesanato tem origem em “arte nativa”, “arte nata”, ou seja, um trabalho manual desenvolvido por habitantes de um local, com o uso de matérias primas encontradas na localidade, ou seja, a palavra artesanato tem tudo a haver com o movimento da contracultura que foi o movimento hippie, que se aproveitou do movimento da arte Art Pop, mas que em nada se parecia com a arte pop.

Aliás, apesar de utilizar objetos e imagens populares, endeusados pela grande massa da população, para criticar a sociedade de consumo, o individualismo, a produção em massa de produtos, o Pop Art jamais foi movimento de arte que saiu do ambiente artístico de galerias e museus e ganhou ruas e muito menos foi exposto em feiras de artesanato até porque a população não iria entendê-lo enquanto movimento de arte, do mesmo jeito que tal movimento e seus conceitos geraram grandes discussões em meios acadêmicos e longas análises sociológicas.






segunda-feira, abril 15, 2019

ARTE NADA SUPÉRFLUA

Conheci uma senhora artista que pintava porcelanatos; elegeu as porcelanas como suporte de trabalho artístico e, especificamente, pintava as peças que cuidadosamente escolhia seguindo critérios rígidos.
Arte Nada Supérflua. A Sopeira, pintura sobre porcelana de Clesci Martins, ditada no livro O QUE É ARTE ORIGINAL, AUTÊNTICA, DERIVADA, FAKE (#clescimartins, #marmel #tonmarmel #arte #oqueéarte )
A Sopeira e sua função banal, antes da pintura, possuía apenas a função utilitária de servir alimentos. Depois do trabalho artístico, é evidente que ganhava varias outras novas funções, sem perder a função inicial, ou seja, poderia continuar sendo utilizada apenas como objeto utilitário, para servir alimento, com uma “roupagem” nova, mas também poderia ser utilizado como objeto de arte a ser exposto em museus, galerias, antiquários ou orgulhosamente exposto em cristaleiras ao lado de obras raras, como símbolo de status, tradição, endinheiramento e poder, tal como a rica nobreza procedeu durante séculos, além de ser usado de modo revezado, ora como objeto de arte, ora como utilitário; significando que a arte não é supérflua, nem acessória e nunca foi simples adereço de utilitário como alguns entendiam no passado.
A Sopeira, mesmo artisticamente pintada , sempre foi e continuará sendo objeto utilitário usado para servir alimento, independente da função, destino e uso que o proprietário-adquirente queira dar. A pintura agregava valor ao utilitário banal sem eliminar a função inicial para a qual fora criado. A pintura valorizava o utilitário e acrescentava-lhe valor que de outro modo ele jamais iria adquirir, e não passaria de mero utilitário durante toda a vida.
A arte acresce valor ao elemento comum retirando-o do rótulo de objeto comum, rotineiro. A sopeira existe independente da arte. A arte existe independente da sopeira. A arte é útil. A sopeira é útil. Não se trata de ordenar, de enfileirar, de determinar uma escala de valores, nem de prioridades, nem de dizer que uma função é mais importante que outra, nem se trata de estabelecer prioridades, porque ambas funções são úteis, coexistem e podem se complementar sem um elo de subserviência e acessoriedade.
Comida, roupa, transporte, saúde, moradia, educação, lazer são importantes, mas dizer que a arte é suplementar, supérflua, pormenor, minudência por não ter a função de servir comida é menosprezar a arte e retirar da arte o valor que ela tem por si, independente do suporte e objeto ao qual @ artista utiliza para se expressar e “magicamente” dar outras utilidades além da utilidade inicial e comum para o qual o objeto foi construído, transformando-o também em objeto de desejo e de admiração. A arte dá ao objeto vários outros novos status sem retirá-lo da função inicial. A arte valoriza o objeto inicial; agrega valor, inclusive valor financeiro, venal, emocional e muitos outros.

(Trecho extraído do livro O que é Arte Original, Autêntica, Derivada, Fake (de Ton MarMel) que esta em fase final de edição para ser lançado em breve).


sexta-feira, março 22, 2019

quinta-feira, fevereiro 28, 2019

LAVA-JATO NA ARTE



17ª fase da Lava Jato apreendeu cerca de 20 obras no Rio de Janeiro.

Delator relatou compra de obras de arte para Duque, ex-diretor da Petrobras.

Cerca de 20 obras de arte foram apreendidas em três galerias do Rio de Janeiro durante a 17ª fase da Operação Lava Jato deflagrada pela Polícia Federal (PF) na segunda-feira (3). As obras, segundo as investigações, foram adquiridas com dinheiro oriundo de propina e estavam em galerias especializadas para não levantar suspeitas.
Esta última etapa da Lava Jato prendeu oito pessoas, entre elas o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Neste momento, o foco da investigação está em contratos entre a Petrobras e empresas terceirizadas.
Conforme o procurador do Ministério Público Federal (MPF) Carlos Fernando Lima, as empresas prestadoras de serviços eram contratadas pela Diretoria de Serviços, que à época era comandada por Renato Duque, e pagavam uma prestação mensal, por meio de Milton Pascowitch, para o ex-ministro José Dirceu. Duque, segundo as investigações, foi indicado para o cargo por Dirceu.
A aquisição de obras artísticas, segundo os investigadores, é um mecanismo para se lavar o dinheiro vindo do esquema criminoso de fraude, corrupção, desvio e lavagem de dinheiro na Petrobras.
A prática foi narrada pelo empresário Milton Pascowitch, que é um dos delatores da Lava Jato.
Em depoimento ao Ministério Público Federal, Pascowitch mencionou que comprou uma obra do pintor Guignard por 380 mil dólares para Duque. A obra, conforme o depoimento, foi escolhida pelo ex-diretor da Petrobras.
Pascowitch afirmou que o dinheiro para a compra da obra foi obtido a partir de contrato entre a Engevix e a Jamp referente às obras dos cascos, realizada pela Enegvix junto à Petrobras.
“QUE o valor pago pelo quadro foi abatido do contrato mantido entre a ENGEVIX e a JAMP e ENGEVIX e a MJP ENGINEERING AND CONSULTING LLC , vinculado diretamente às obras dos cascos, realizada pela ENGEVIX junto à PETROBRAS”, diz trecho da delação.
Tanto a Jamp quanto a MJP Engineering and Consultinh LLC pertencem aos irmãos e delatores da operação Milton Pascowitch e Adolfo José Adolfo Pascowitch.
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Compra de obras de arte pode ser uma forma de ‘lavar’ dinheiro de propina, segundo a Polícia Federal
Há ainda a compra de uma escultura de Frans Krajcberg no valor de R$ 220 mil. Da mesma forma, Duque teria orientado Pascowitch a adquirir a obra em um leilão.
“QUE a obra foi faturada em nome do declarante e entregue na residência do mesmo no RIO DE JANEIRO/RJ, onde foi retirada por RENATO DUQUE; QUE o valor pago foi deduzido dos valores devidos a RENATO DUQUE em razão dos “comissionamentos” pelas obras no âmbito da Diretoria de Serviços, notadamente o contrato entre ENGEVIX x PETROBRAS”, diz trecho da delação.
Procurada pela G1, a Engevix informou que está prestando os esclarecimentos necessários à Justiça.
Obras apreendidas devem ser levadas para o MON, em Curitiba
Obras apreendidas devem ser levadas para o MON, em Curitiba
Outras 200 obras



De acordo com a Polícia Federal, estas novas obras apreendidas devem se juntas as outras 200 apreendidas durante todas as fases deflagradas pela Operação Lava Jato.
Todas estão sob custódia do Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba. O MON ficará responsável pelo material até que a Justiça Federal defina um destino para o acervo.



fonte – g1

quarta-feira, janeiro 09, 2019

DESENHO: PRESERVACAO E MELHORA DA MEMÓRIA

Pesquisa canadense mostra que desenho preserva e melhora a memória.

A fim de evitar que alguma tarefa seja esquecida, a maioria das pessoas tem o hábito de anotá-la. Mas a chance de se lembrar de algo importante pode ser muito maior caso se faça um desenho.

Pesquisadores canadenses realizaram análises cognitivas com adultos jovens e idosos e concluíram que ilustrar é um método extremamente eficiente para ajudar a reter novas informações, principalmente para pessoas com idade avançada.



As descobertas foram publicadas na revista Experimental Aging and Research e podem ajudar em tratamentos para problemas de memória, como o Alzheimer.

Em estudos anteriores, a equipe havia detectado que o desenho é uma estratégia de codificação de informações altamente eficaz para adultos jovens, proporcionando maiores benefícios de memória do que outras técnicas de estudo.

Na nova fase, os investigadores resolveram analisar se o mesmo resultado poderia ser observado em idosos. “Estávamos especificamente interessados em determinar o quão benéfico poderia ser a prática do desenho para reter informações na população de adultos mais velhos, já que essa faixa etária experimenta declínios significativos no funcionamento da memória”, informa Melissa Meade, uma das autoras do estudo e pesquisadora em neurociência cognitiva na Universidade de Waterloo.

No experimento, os pesquisadores compararam diferentes tipos de técnicas para auxiliar na retenção de um conjunto de palavras. Foram analisados 30 voluntários, divididos em dois grupos conforme a faixa etária: estudantes de graduação e idosos.

Os participantes podiam desempenhar tarefas diferentes para memorizar cada palavra: escrita, desenho ou uma listagem de atributos físicos relacionados ao item.

Depois da realização da atividade, a memória dos participantes foi avaliada. Os integrantes de ambos os grupos mostraram melhor retenção quando recorreram ao desenho, sendo que o desempenho foi ainda maior entre os idosos. “Descobrimos que o desenho otimizou a memória de adultos mais velhos mais do que todas as outras técnicas testadas e que são mais conhecidas”, ressalta Meade. “O desenho melhora a memória em uma variedade de tarefas e populações, e a simplicidade da estratégia significa que ela pode ser usada em muitos ambientes”, completa Myra Fernandes, também autora do estudo e pesquisadora da universidade canadense.

Nós, Brinquedos. Pinturas de MarMel (#marmel #martmel)


Zonas preservadas da memória

A retenção de novas informações normalmente diminui à medida que as pessoas envelhecem devido à deterioração das estruturas cerebrais envolvidas na memória, como o hipocampo e os lobos frontais. Mas as regiões de processamento visual espacial do cérebro — envolvidas na representação de imagens — ficam praticamente intactas durante o envelhecimento normal e a demência. “Achamos que o desenho é particularmente relevante para as pessoas com demência porque ele faz um uso melhor das regiões do cérebro que ainda estão preservadas”, frisa Meade.

Leonardo Oliva, geriatra e presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia no estado da Bahia, também acredita que o uso dessas áreas preservadas no cérebro é a justificativa para os melhores resultados obtidos no experimento canadense. “Quando desenhamos, usamos a parte relacionada à visão espacial, uma parte do cérebro que é mantida em pleno funcionamento mesmo durante o envelhecimento. Esse é um conceito que já conhecemos. Quando outros elementos estão envolvidos, como o cheiro, o tato, a emoção, ficam mais vívidos na nossa memória”, explica.

Os autores do trabalho canadense dão continuidade à pesquisa investigando a eficácia do desenho no auxílio para indivíduos com demência que experimentam declínios rápidos na memória e no funcionamento da linguagem. “Também estamos investigando as regiões específicas do cérebro envolvidas na memória usando ressonância magnética funcional em adultos jovens saudáveis. Esperamos encontrar regiões envolvidas no processamento de informações visuais perceptuais, motoras e semânticas que sejam mais ativas quando um indivíduo se lembra de palavras que foram estudadas por desenho, comparando com a técnica da escrita”, complementa Meade.

A pesquisadora aposta que os resultados do trabalho poderão ser usados na área terapêutica. “Acreditamos que nossas descobertas têm implicações empolgantes para ajudar pacientes com demência a manter memórias episódicas valiosas durante a progressão da doença”, explica.

Para o médico brasileiro, se mais resultados positivos forem obtidos, o desenho poderá se tornar uma alternativa a ser explorada em tratamentos de preservação da memória. “É um estudo ainda muito pequeno, que chamamos na área de estudo original. Ele abre as portas para outras pesquisas. Mas, ainda assim, é algo que pode se unir a outras técnicas que já são usadas para impedir que a memória se deteriore, como a música e a dança”, afirma Leonardo Oliva.


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Correio Braziliense. Caderno Ciência e Saúde. Vilhena Soares. 09.1.2019.

#desenho  #memória #pesquisa #martmel #marmel #arte 






domingo, janeiro 06, 2019

NOVO TEMPO

Um outro tempo começou agora.

Novo tempo (#martmel #marmel #tonmarmel)


"É tempo de plantar as boas sementes que a experiência lhe trouxe.

É tempo de pensar nos seus sonhos mais antigos. 

Ë tempo de contemplar a vida com olhos especiais.

É tempo de comemorar o novo na sua maturidade. 

Tudo pode ser diferente! E até o que está bom, pode melhorar.

Então, descruze os braços do conformismo, tire do rosto qualquer marca de sofrimento, remova impressões que nos fazem vítimas.

Somos senhores do nosso destino, capitães da vida, que lembra um grande navio, ou que de tão modesta, parece um barquinho.

Não importa o tamanho, importa sim a qualidade, importa sim o valor que você se dá, pois o mar é o mesmo para todos.

Então, venha descobrir, nesse dia que se abre, o quão importante é o celebrar, o agradecer; 


Comemore-se! Um sorriso no rosto é o seu passaporte, uma desejo na cabeça é o caminho, e quem vai te levar é o Destino, companheiro inseparável do Trabalho, primo-irmão da Perseverança, filho único dos Sonhos, e melhor amigo da Eternidade, que traz este dia para você recomeçar, sair e deixar marcas pelo caminho, rastros luminosos da estrela que brilha em você. 



Não deixe essa Luz se apagar, o melhor está sempre por começar.."

Novo tempo (#martmel #marmel #tonmarmel)


Bem-vindo ao dia de hoje, ao dia do novo tempo.