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Quem é Ton MarMel

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Brasília, DF, Brazil
Com uma trajetória marcada pela vocação precoce, Antonio Martins Melo (Ton Marmel) transforma sua paixão infante por pintura, desenho e escultura em uma poética visual contemporânea. Advogado pós-graduado, traz o rigor técnico para a liberdade consolidada em salões, exposições individuais e coletivas reconhecidos por diversos prêmios. Currículo plataforma Lattes - CNPQ do governo do Brasil, https://lattes.cnpq.br/079869069679113

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quarta-feira, outubro 10, 2018

O PASTOR MENTIROSO E O LOBO

Um Pastor de ovelhas, encarregado de tomar conta de um rebanho perto de um vilarejo por algumas vezes, fez com que os moradores e os donos dos animais viessem correndo apavorados ao local do pasto, sempre que eles ouviam o pastor desesperado gritar por socorro dizendo: "Lobo! Lobo! Lobo!"

E quando os moradores e donos das ovelhas iam correndo para o local do pastoreio para socorrer o pastor e salvar as ovelhas, imaginando que o pastor e ovelhas estavam em perigo com o lobo, quando lá chegavam, os moradores e os donos das ovelhas viam o pastor rindo e zombando do pavor que todos eles estavam sentindo.

Mas um dia, entretanto, o lobo de fato se aproximou do rebanho. E o pastor, agora, realmente estava em apuros, e, apavorado, tomado pelo terror e aflição, o pastor gritava desesperado: “Socorro! Por favor! Ajudem! Ajudem! O lobo está matando todo o rebanho e pode me matar também!"

Mas, dessa vez seus gritos foram em vão, pois achando que os gritos do pastor eram mais uma brincadeira, ninguém levou á sério e não deu ouvidos aos seus apelos.

E o lobo matou as ovelhas; matou o pastor e desapareceu pra dentro da mata enorme e nunca mais foi visto.




Moral da História 1
Ninguém acredita em um mentiroso, mesmo quando ele fala a verdade.

Moral da História 2
Homem sem palavra: Homem sem honra.
O Pastor e o Lobo. Ficha resumo para vocë baixar e usar. (#marmel #martmel #esopo #opastoreolobo #fabulas)
Notas sobre o autor, Esopo

Foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade das fábulas, como gênero literário.

Malgrado sua existência permaneça em dada medida incerta e pouco se saiba quanto à origem de várias de suas obras, seus contos se disseminaram em muitas línguas pela tradição oral. Em muitos de seus escritos, os animais falam e têm características humanas.

As fábulas de Esopo serviram como base para recriações de outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine.

Esopo, o mais conhecido dentre os fabulistas, foi sem dúvida um grande sábio que viveu na antiguidade. Sua origem é um mistério cercado de muitas lendas. Mas, pode ter ocorrido por volta do ano 620 A.C.

E embora várias localidades reivindiquem o posto maternal é comum que o tratem como originário de uma cidade chamada Cotiaeum, na província da antiga Frígia, Grécia.

Acredita-se que já nasceu escravo (mas, não escravo-negro como se imagina no Brasil) e pertenceu a dois senhores. O segundo Senhor viria a torná-lo livre ao reconhecer sua grande e natural sabedoria. Conta-se que mais tarde ele se tornaria embaixador.

Em suas fábulas, ou parábolas, ricas em ensinamentos, ele retrata o drama existencial do homem, substituindo os personagens humanos por animais, objetos ou coisas inanimadas do reino vegetal, mineral, ou forças da natureza. 


sexta-feira, outubro 05, 2018

NO CAMINHO COM MAIAKÓVSKI

Assim como são as criaturas, são as coisas. Qualquer semelhança com atuais acontecimentos já eram favas contadas e não mera coincidência.

E eis o cartãozinho criado hoje, nascido de  acontecimentos recentes associados a lembranças de poema político que embalou a adolescência de muita gente boa.

Conhecias? Já havias lido ou ouvido alguém declamar?

No caminho com Maiakóvski de Eduardo Alves da Costa. Ilustrado por Ton MarMel. #marmel #martmel #maiakovski #eduadoalvesdacosta #bolsonaro #bolsonaro17 #bolsonaropresidente17 #tentativadeassassinato #eleicao2018



Entáo, feito o preämbulo vamos ao poema no Caminho com Maiakóvski, do brasileiro Eduardo Alves da Costa.


Assim como a criança
humildemente afaga
a imagem do herói,
assim me aproximo de ti, Maiakóvski.
Não importa o que me possa acontecer
por andar ombro a ombro
com um poeta soviético.
Lendo teus versos,
aprendi a ter coragem.
Tu sabes,
conheces melhor do que eu
a velha história.
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
Nos dias que correm
a ninguém é dado
repousar a cabeça
alheia ao terror.
Os humildes baixam a cerviz;
e nós, que não temos pacto algum
com os senhores do mundo,
por temor nos calamos.
No silêncio de meu quarto
a ousadia me afogueia as faces
e eu fantasio um levante;
mas amanhã,
diante do juiz,
talvez meus lábios
calem a verdade
como um foco de germes
capaz de me destruir.
Olho ao redor
e o que vejo
e acabo por repetir
são mentiras.
Mal sabe a criança dizer mãe
e a propaganda lhe destrói a consciência.
A mim, quase me arrastam
pela gola do paletó
à porta do templo
e me pedem que aguarde
até que a Democracia
se digne a aparecer no balcão.
Mas eu sei,
porque não estou amedrontado
a ponto de cegar, que ela tem uma espada
a lhe espetar as costelas
e o riso que nos mostra
é uma tênue cortina
lançada sobre os arsenais.
Vamos ao campo
e não os vemos ao nosso lado,
no plantio.
Mas ao tempo da colheita
lá estão
e acabam por nos roubar
até o último grão de trigo.
Dizem-nos que de nós emana o poder
mas sempre o temos contra nós.
Dizem-nos que é preciso
defender nossos lares
mas se nos rebelamos contra a opressão
é sobre nós que marcham os soldados.
E por temor eu me calo,
por temor aceito a condição
de falso democrata
e rotulo meus gestos
com a palavra liberdade,
procurando, num sorriso,
esconder minha dor
diante de meus superiores.
Mas dentro de mim,
com a potência de um milhão de vozes,
o coração grita – MENTIRA!


(Eduardo Alves da Costa, em “No Caminho com Maiakóvski” [poesia reunida]. São Paulo: Geração editorial, 1ª ed., 2003. págs. 47,48 e 49.)

sexta-feira, setembro 14, 2018

MAMÁO, O TERRÍVEL SUPREMO



Sem título e sem legenda. (Mamáo: O Terrível Supremo. 2018). Inspirado na Pop Art de Andy Warhol.

Sem título e sem legenda. (Mamáo: O Terrível Supremo. 2018). Inspirado na Pop Art de Andy Warhol. (Ton MarMel. Ton MartMel)


#marmel #martmel #tonmarmel #andywarhol #popart

CANDIDATO LIVRE E CANDIDATO CONDENADO-PRESO POR CORRUPÇAO

Olavo de Carvalho escreveu em sua coluna que "você percebe que um país está falido moralmente quando a candidatura de um militar a presidência assusta, e a de um presidiário não".


Ora, Olavo nem precisaria mencionar a ex profissão, de 30 anos atrás, do candidato. Bastaria dizer que: 

A CANDIDATURA DE UMA PESSOA PROBA E LIVRE ASSUSTA MAIS QUE A CANDIDATURA DE UMA PESSOA CONDENADA-PRESA POR CORRUPÇÃO

para demonstrar (para emoldurar e expor com exatidão) a inversão de valores, a contradição, o alto grau de doutrinação ideológica que tentam impor à sociedade brasileira para que esta aceite placidamente a corrupção como algo normal, comum, benéfico socialmente.

Essa constatação dele revela uma ditadura cultural velada, pregada no decorrer dos anos por vários meios e modos que tentam instalar sob a fachada do nome "democracia" para ser socialmente aceita quando, em 2018, salvo na América latrina, o mundo já sepultou, há 100 anos, os princípios socialistas-comunistas da fracassada revolução russa de 1917.

Então, a questão eleitoral não se subsume a um candidato que foi militar há 30 anos atrás e um ex-torneiro mecânico preso, simplesmente, sem qualquer menção ao delito que motivou a condenação e prisão, como a frase de Olavo descreve.

A frase e interpretação literal é simplista e altamente complacente com a gravidade do delito de corrupção que foi omitido, além da condenação em três (3) esferas judiciais, inclusive por 2 tribunais colegiados, a pena de mais de 12 (doze) anos de prisão.

Então a coisa é muito mais séria e muito mais grave do que foi contido na expressáo do auto-didata jornalista. 




PS (post scriptum): Olavo Luiz Pimentel de Carvalho é um escritor, conferencista, ensaísta, jornalista e filósofo autodidata brasileiro. 


quinta-feira, setembro 13, 2018

GESTOS QUE INCITAM VIOLËNCIA

----- No país do futebol que invade as casas quase todos os dias pelas TV`s o que é a violência?

O que é gesto CULTURAL de violência ou gesto capaz de incitar CULTURALMENTE ä violência?!

VIOLÊNCIA?!

INCITAÇÃO Ä VIOLÊNCIA?!

DEIXEM DE HIPOCRISIA. VIOLÊNCIA É O ROUBO, A CORRUPÇÃO, O SALÁRIO DA POPULAÇÃO, O DESEMPREGO, O TRÁFICO, A FALTA DE EDUCAÇÃO, DE ARTE, DE SAÚDE, DE SEGURANÇA, DE RESPEITO AOS DIREITOS FUNDAMENTAIS, É O FORO PRIVILEGIADO, A IMPUNIDADE, A IMUNIDADE, A FALTA DE ÉTICA E DE MORAL, É O SALÁRIO DO POLÍTICO, É O ABANDONO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO, É A INDICAÇÃO DE MINISTROS DO SUPREMO PELO PRESIDENTE, é a alienação, é a doutrinação, é a ditadura velada que se vive (em várias áreas e formas), É O BANDIDO PRESO QUERER SER PRESIDENTE, SÃO OS 3 PODERES PODRES.

O que são gestos de violência ou gestos que incitam a violência? (Ton MarMel. Ton MartMel)




#marmel #bolsonaro17 #martmel #tonmarmel #gestodeviolencia #incitacao #incitacaoaviolencia #violenciavelada









sábado, setembro 08, 2018

UMA FOTO PARA 2018

Uma fotografia é um instante de vida capturado para a eternidade.

Então, que a luz impressa dessa camiseta perpetre retinas e reflexões animando para ações de abandono das trevas da história desumana. 

Uma foto para a história de 2018.


(Foto da camiseta de Jair Messias Bolsonaro quando esfaqueado durante campanha eleitoral na cidade de Juiz de Fora - MG em 06 de setembro de 2018)   


Um registro impresso de uma seqüência de atos perversos, premeditados ardilosamente na surdina. 

Um fato maquiavélico e letal da silenciosa autocracia velada que se instalou no correr de 30 anos e resiste ao seu sepultamento na latrina América enquanto a humanidade jaz sepultou sob pá de cal, há 100 anos, o socialismo-comunista da antiga Rússia, em 1917.

Portanto, a esquerda brasileira, mais uma vez, dá provas de seu retardado processo histórico, pois desde a época de Jesus Cristo que se sabe que mesmo ceifando a vida humana (crucificando-a, como Jesus!) não se destrói o que o homem pensa, as idéias que se encontram no DNA dos homens de bem, livres, filhos de Deus. 

Ton MarMel)




#bolsonaro #jairmessiasbolsonaro #bolsonaro17 #marmel #martmel

segunda-feira, setembro 03, 2018

CULTURA DO DESCASO COM A CULTURA

--- Tenho certeza que na sua cidade não é muito diferente. Mas já perdi a data de quando fiz a última denúncia sobre o Museu de Arte de Brasilia e Teatro Nacional e nada adiantou. O Museu de Arte de Brasilia - MAB continua fechado, totalmente abandonado, sem previsão de entrega para a população. O Teatro Nacional de Brasilia é outro, entregue ao descaso, com promessas de retomada de obras inclusive pelo atual governador Rodrigo Rolembergue- PSB, sujeitando a Orquestra Sinfônica a realizar espetáculos e ensaios em área improvisada no Cine Brasília.

Museu de Arte de Brasilia - MAB


Esse é o pais cujos governos não dão muita importância para área da cultura, da preservação, do patrimônio, do conjunto cultural público a não ser quando querem usar do trabalho ou da fama do artista, daí chegam, e como cereja de bolo de festa, insistem em aparecer no meio do show ou do vernissage.

E por essas e outras que é mais fácil viver do desvio de verbas públicas do que viver honestamente de arte e do fruto sagrado do trabalho artístico no país.

O ALZHEIMER DOS BENS DA CULTURA

Situação do descaso no Rio de Janeiro


Acidentes de carro ou problemas na tireoide, por exemplo, podem causar esquecimentos temporários ou permanentes. Existe aquela perda de memória transitória, que logo volta ao normal. Algumas, no entanto, acabam comprometendo o cérebro e as recordações podem ser apagadas para sempre. É o caso das lesões cerebrais por conta de traumas físicos, como acidentes automobilísticos, pancadas na cabeça, além daquelas doenças que atrofiam o cérebro, como o Alzheimer. No alzheimer, a pessoa não só perde a memória, mas também a atitude, a cognição. A pessoa fica sem iniciativa. O Alzheimer é uma doença neurológica que é progressiva, atrofia o cérebro e não tem cura, apenas retardamento da evolução. 

Museu Nacional do Rio de Janeiro
Assim, alguns governos e populações inteiras podem vir a sofrer Alzheimer pelo imoral descaso com seus bens públicos, passível de ação civil pública por ato de improbidade administrativa e qualquer cidadão pode acionar o poder judiciário para a defesa do patrimônio cultural. Qualquer cidadão pode acionar o Judiciário para defesa do patrimônio cultural.





Presente no ordenamento jurídico brasileiro desde 1824, a ação popular é um importante instrumento de exercício da cidadania (status activus civitates), na medida em que permite que o próprio cidadão (basta a condição de eleitor) bata às portas da Justiça para a defesa de direitos e interesses que pertencem a todos, viabilizando o cumprimento do direito-dever solidário que toca ao poder público e à sociedade na tarefa de tutelar os bens integrantes do nosso patrimônio cultural.


Afinal, a cultura é tudo o que resta depois de se ter esquecido tudo o que se aprendeu, e o sucedido incêndio no museu é crime imprescritível contra a cultura, pois a cultura assusta muito. É uma coisa apavorante para os ditadores. Um povo que lê nunca será um povo de escravos.